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Segunda-feira, 21 de novembro de 2011, 11h56m
Estado

Secretário "mela chave"

Neste artigo Luciano Coelho expõe seu ponto de vista sobre algumas medidas adotas pelo secretário da Educação, Danilo de Melo. Confira!!
 

No meio dos educadores os comentários sobre o ato administrativo, que acaba com a hora atividade do professor que trabalha em regime de contrato, gera indignação, incredulidade, revolta, mas sem documento oficial para as escolas. Segundo um diretor de escola, afirmou que somente receberam a ligação da SEDUC avisando que os professores contratados não precisariam ir para a escola cumprir suas horas atividade. O mais impressionante que o salário do mês de outubro já veio descontado a hora atividade sem aviso. Estes profissionais com certeza havia planejado algo com este dinheiro. E agora quem vai pagar a sua conta? E sua cabeça está organizada para realizar um bom trabalho neste final de ano?

Se for verdade esta determinação do secretário Danilo de Mello Sousa, que também preside o CONSED – Conselho Nacional de Secretários de Educação, ele está indo na contra mão de tudo que ele defendia quando professor universitário e principalmente o que defende a maioria dos educadores, pesquisadores e o próprio CONSED. Segundo JOSÉ CARLOS LIBANEO, no livro, DIDÁTICA, página 221, diz que: “O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino. O planejamento é um meio para se programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação".

A hora atividade conquistada pela classe há décadas no País, foi um grande avanço. Pesquisadores defendiam na época que um dos fatores que poderia melhorar a qualidade da educação, era um tempo significativo para o professor realizar o planejamento de suas aulas. Na pratica é atribuído à hora atividade: que professores da mesma disciplina troquem experiências, momento de avaliar os alunos com a equipe pedagógica (coordenador pedagógico e orientador educacional), realizar as correções de provas, trabalhos, agendarem horário para utilizar os recursos didáticos disponíveis, preencher o diário eletrônico que por sinal o sistema atual do estado é defasado, tem professor que paga outra pessoa pra realizar esta atividade devido à morosidade do sistema. É pra isso secretário que serve a hora atividade será que esqueceu?

Pra que criar esta distinção (discriminação) entre concursados e contratados? Por ventura esta hora atividade retirada destes profissionais será realizada em sala de aula? Ou em casa? A qualidade das aulas será a mesma? Ou eles terão que sacrificar a família (esposo(a), filhos) para garantir o seu sustento em casa através deste salário? Acredito que o secretário não refletiu sobre estes fatores aqui elencados, por conhecê-lo e ter sido seu aluno. Lembro que o chamava de mestre e vibrava com suas aulas empolgantes que fazia seus alunos acreditar que seria possível transformar a nossa educação para melhor. O que fez mudar de ideia? Será que o poder o transformou? Por onde andará sua ideologia marxista, freiriana? Será que poder o fez pensar como os capitalistas? PAULO FREIRE, no seu livro, PEDAGOGIA DA AUTONOMIA, página 23 afirma que: “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Quem ensina, ensina alguma coisa a alguém.” Você mestre me ensinou algo, que jamais esquecerei, mesmo que você mude seus ideais, ser questionador, sou grato por isso.

Se este questionamento for afirmado, terei que apelidar o meu mestre com um jargão popular: “calça curta” e “mela chave”. Que quer dizer que aquele profissional mal qualificado, que só enrola, maquia o que é pra ser bem feito. E me parece que ele está conseguindo fazer isso muito bem com seus relatórios ao governador e ao Secretário de Planejamento e Gestão. Logo o Eduardo que também é um pedagogo e sabe muito bem que uma boa aula tem quer ser bem planejada.

Porque não cortar os gastos pela própria carne? Retire secretário, os exorbitantes gastos com diárias que este ano, seus superintendentes e diretores da SEDUC embolsaram sabe lá fazendo o que. O portal transparência não mente, talvez acompanhando os jogos escolares para fazer volume e bater palmas para vossa excelência.

Professores em regime de contrato. DEMERVAL SAVIANI, em seu livro, ESCOLA E DEMOCRACIA, página 91, faz um questionamento: Cabe, pois, indagar: educação e politica se equivalem, se identificam? Se forem diferentes em que consiste essa diferença? Então meus caros, se manifestem, mostre a sua indignação, a sangria que está a nossa educação estadual! Não tenham medo, vivemos um novo momento politico no estado e se faz necessário mostrar aos nossos governantes, o que de fato acontece na educação estadual.

Luciano Coelho

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36 Comentário(s)

  • THALLES | 23/02/2012 | 21:45
    ADVERSARIO FALA ASSIM MESMO
  • Jose Carlos da Silveira Freire | 02/12/2011 | 11:19
    Caro Luciano, Bom debate sobre as condições de trabalho docente na escola pública da rede estadual. De fato o modo como a maioria dos gestores da coisa publica lidam com a educação é estarrecedor. O sentimento de indignação em relação a política em vigor é visível no professorado. Entretanto, vejo que a maioria das perguntas que levantas já respondestes. Hora-atividade é direito é não concessão do professor. Por isso o procedimento adotado (formal ou não) representa sim uma política de governo.
  • ANTONIO PAULO GOMES PORTEL | 02/12/2011 | 10:03
    Sou uma das vítimas desta medida imposta pelo Secretário. Nos últimos dias fico me perguntando, como um cidadão com esse tipo de pensamento chega à ser Secretário de Educação de um Estado? Onde fica a valorização do profissional da educação, Art. 3º Cap. VII da Lei 9394/96? Será que um professor contratado não pode ser considerado um Profissional da Educação?
  • Victor | 01/12/2011 | 14:37
    É Danilo...faz tempo que este artigo está na página principal deste site...algo que não costuma ser comum. A ideia é para precionar o secretário a convocar todos do cadastro de reserva, e assim resolver o problemas e polémicas dos contratos ou simplesmente idéia de estimular a população a "pedir sua cabeça".
  • Ricardo Ferreira | 01/12/2011 | 13:48
    Meu jovem enquanto vc tiver chorando por um contrato e não um concurso só te resta ser cabo eleitoral de alguém ficar todo final de ano chorando atraz de um político "bonzinho" pra garantir sua recontratação, mas tudo bem cada um vive a cituação que corre atráz. Eu fui atraz de um concurso, aliaz, entrei na justiça e tomei posse me desculpe por não querer ser mais humilhado todo final de ano quando meu contrato vencia.
  • Israel de Paula Maia | 30/11/2011 | 21:14
    O q ta fora de rumo e o seu comentário Ricardo Ferreira... Então quer dizer q porque somos contratos não comemos e nem bebemos? Fala sério vai procurar o q fazer... Não é porque sou contrato q não tenho capacidade de lecionar, pelo contrário faço isso muito melhor do que muitos concursados...
  • Ricardo Ferreira | 30/11/2011 | 15:41
    Esse debate tá fora do rumo! Não era nem pra ter professor contratado, pois existe um concurso valendo professores aprovados aguardando pra serem chamados e nos estamos discutindo salário de contrato. Vamos mudar o tom, o que tem quer ser feita é a convocação dos concursados e acabar com esse monte de contrato.Faz o favor!!
  • Comentando os Fatos | 27/11/2011 | 10:31
    Como bem disse o Luciano, a governo mandou cortar gastos, tem pessoas trabalhando há 3 meses sem receber, há outros casos de pessoas que foram contratadas ganhando um "X" e complementando o restante do salário com diárias, sem se quer viajar! É lamnetával o "jeitinho" que nossos gestores arrumam para tampar o sol com a peneira, prejudicando professores, não só cortando a hora atividade, mas como o salário mesmo que é o que influencia na vida de todos, salário que já uma vergonha! L A M E NTÁVEL
  • CARLOS EDUARDO AIRES GOMES DOS SNTOS | 27/11/2011 | 05:17
    LUCIANO, PARABENS PELA BELA COLOCAÇÃO, FEITA DE FORMA CLARA. COMO DIZ O DITADO "SE QUER REALMENTE CONHECER UMA PESSOA, DÊ PODER A ELA", ESTE É O MELHOR TESTE PARA O CARATER. É DOLOROSO VER AS PESSOAS CONTRADIZENDO TUDO AQUILO QUE SEMPRE PREGARAM. MAS NUM PAÍS, QUE INFELIZMENTE NÃO SE INVESTE DE FORMA SERIA NA EDUCAÇÃO, POR COVENIÊNCIA DO SISTEMA, "QUANTO MAIS INGNORANTE O POVO, MELHOR PARA MANOBRA-LO", DE DIPLOMAS COMPRADOS, QUE NÃO É O CASO DELE, SÓ PODERIA ACONTECER ISSO.
  • Rogério Barros de Lucena | 25/11/2011 | 21:07
    Quando vejo postura como a desse secretário, lembro muito a época do Brasil- Colônia. Os colonos vinham pra cá "fazer a América" com a esperança de um dia voltar para portugal e usufruir das riquezas aqui conquistadas, não tinham nenhum compromisso conosco, existiamos somente para servir seus interesses. Da mesma forma analiso as ações desse gestor público frente a essa pasta.Chegou com um discursso belo, agradável e sorrateiramente explora de forma irracional e desleal os trabalhadores.
  • Leticia Amorin | 25/11/2011 | 16:37
    Na "briga" de dois elefantes grandes quem sofre mesmo é o capim.
  • Portuense | 25/11/2011 | 08:19
    A revolta é tanta que não consigo articular as palavras para comentar sobre o esse secretário. Bom que o caro colega conseguiu no seu artigo sintetizar, através de uma visão holística, as atrocidades que estão acontecendo na educação. O secretário deveria aceitar o convite do Prof. Luciano e ir para o debate. Só que do jeito que o Prof. fez seu embasamento fica difícil para o sec. encontrar argumentos. Ahh...cadê o sintet? Só vejo artigos de um membro-Elis Raik. Até o Kadaffi e outros já caíram
  • Luciano Coelho de Oliveira | 24/11/2011 | 15:27
    A LDB é para toda Classe de trabalhadores em educação: seja publico, privado, efetivo, contrato. Deve ser respeitada! Está garantido na lei, não tem conversa, este secretário que ludibriar quem? No livro condensado todos os encontros inclusive um em palmas para formular uma nova LDB 2011 -2020 "uma nova educação, para um novo Brasil" na pagina 117 nas condições de trabalho diz: ampliar a carga horaria para o planejamento e integração dos docentes. Secretário vamos debater o tema: Marque horario!
  • Luciano Coelho de Oliveira | 24/11/2011 | 15:25
    A LDB/96,DIZ: p. 17 art. 13 os docentes incumbir-se-ão de: V - ministrar os dias letivos e horas aula estabelecidos, além de participar dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional, p. 39 art. 67 os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério publico: V - período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga horaria.
  • Luciano Coelho de Oliveira | 24/11/2011 | 15:18
    Caros comentaristas: Em materia publicada neste site no dia 23/11, o secretario Danilo "adimite que os professores contratados não tem direito a hora atividade nas escolas", ou seja ele cortou de fato, está público! Gostaria que ele explicasse como? Qual a matemática que ele vai utilizar para que as horas trabalhadas e o planejamento aconteça? Já que ele está ferindo o que rege a biblia da educação, a LDB/96.
  • Victor | 24/11/2011 | 11:56
    O Senhor Danilo, com esta carinha de bom moço, de gente boa... caramba, que decepção. Como pode alguém do PT, que deveria mais que qualquer outro, valorizar as pessoas, o trabalho, respeitar a classe trabalhadora...fez tudo o contrário...as piores pessoas são as com aparencia de cordeiro, onde na verdade são grandes loubos malvados. Ou seja: FALSOS. Tá aí um homem sem prestígio.
  • GEOVANE CARVALHO RÊGO | 24/11/2011 | 10:23
    Disse tudo que precisaria ser dito,agora será que o secretário vai se sensibilizar com isso,será que vai ao menos tomar conhecimento desta matéria,seria de suma importância que o secretário lesse o que disse seu ex aluno
  • TOCANTINENSE | 24/11/2011 | 09:49
    COLEGAS PROFESSORES!!!! GOSTARIA DE SALIENTAR QUE PRECISAMOS FAZER ALGUMA COISA EM RELAÇÃO AO SINTET, AFINAL, DESDE A CRIAÇÃO DESSE ESTADO QUE O PRESIDENTE DO SINTET É O MESMO. SERÁ QUE QUER ULTRAPASSAR KADAFI NO PODER? GOSTARIA QUE ALGUMA LIDERANÇA TOMASSE PARTE POR EXEMPLO Luciano Coelho de Oliveira. SERIA UM GRANDE REPRESENTANTE FRENTE AO SINTET E NOSSAS LUTAS.
  • josevan sobral ribeiro | 23/11/2011 | 23:19
    Como ,pois já não tinha substituido os nomeados por concursados?
  • João Batista Barbosa | 23/11/2011 | 19:46
    Este secretário de atitudes neo-liberais, qualquer dia deste vai argumentar que os contratados terão que trabalhar de graça, cadê tú o SINTET?
  • Luciano Coelho de Oliveira | 23/11/2011 | 13:04
    Esta ´e nossa esperança! não sou servidor da edcuação do Estado, sou do municipio e sou solidários a todos vcs. Uma pena que o SINET com sua peleguice não manifesta uma virgula em relação a isso. É uma pena ter um sindicato servil ao sistema de governo e suas atrocidades junto a classe dos trabalhadores em educação.
  • Luciano Coelho de Oliveira | 23/11/2011 | 13:02
    E tem mais, lambram quando foi noticiado que o governador no mes de setembro solicitoou a todos os secretários que fizessem cortes? pois então está foi a maneira que o secretário Danilo encontrou para mostrar serviço ao chefe, cortando os salrios e a qualidade da educação do nosso Tocantins. Mas tenho plena convicação que estes dados foram maquiados para o governador e o secretario de planejamento e gestão. Mas tambem tenho confiança que nossas manisfestações irá sensibilizar o Gov. e o Eduardo!
  • Luciano Coelho de Oliveira | 23/11/2011 | 12:58
    Amigos comentáristas, obrigado pela participação! Mas gostaria de acrescentar alguns dados novos: no governo Gaguim tinha aproximadamente 5.800 professores em regime de contrato. Neste atual governo estima-se que tenha 5.000, com 40 horas. suas horas atividade equivale hoje R$ 360,oo. Multiplicando isso ao quantitativo, chega a economia de 1.800.000,00. Vezes outubro, novembro e dezembro, totaliza o valor de R$ 5.400.000,00. Obs. valores aproximados, já que a secretária não divulga a quantidade.
  • IN TOCANTINS | 23/11/2011 | 10:00
    (CONT) Nosso idolatrado secretário, de fato, se realmente adotou tais medidas vai entrar para grupo seleto dos ?FHC?s? da vida, isto é, ?esqueçam o que eu escrevi e/ou o que ensinei, porquanto, o que importa é a delícia do poder?!!!!
  • IN TOCANTINS | 23/11/2011 | 09:59
    (cont)exigindo a ultima gota de sangue do professorado a fim de se obter resultados a qualquer custo e com o menor dispêndio possível. Essa é a cartilha neoliberal do nosso ilustre governador e do seu pseudo filósofo-secretário de educação, os quais não medem esforços para mostrar o que é a revolução educacional neste estado; com seus ?presídios de meninos?, iludindo os pais ao dizer que este modelo é a nova face da modernidade consubstanciada pela qualidade do ensino e aprendizagem.
  • IN TOCANTINS | 23/11/2011 | 09:58
    Caro Luciano, é com pesar que leio essa nota de falecimento das horas atividades do professor contratado. É impressionante como funciona a cabeça dos nossos dignos administradores públicos, razão pela qual mostra por que a educação nesse país está no estágio de qualidade que todos sabemos. Embora haja resistência em conhecermos tais artimanhas, não há dúvida que o elemento motivante desta medida é senão a política de contenção de gastos ao extremo deste governo neoliberal de araque, (....)
  • Israel de Paula Maia | 23/11/2011 | 09:36
    Nós professores contratados estamos em um beco sem saída,chegou a informação d que nossa carga horária seria reduzida para apenas 26 horas, o mais incrível é que fomos informados via telefône,nada documentado... E agora continuamos trabalhando normalmente? Precisamos q algum apoio jurídico, pois nossos contratos foram assinados por 40 horas até dia 23 de dezembro. Será q isso só acontece por q somos contratos, nem o Sindicato faz nada... é brincadeira, uma falta de respeito com o professor!!!
  • Victor | 23/11/2011 | 09:08
    Os problemas são muito mais graves do que se imagina. Existem muitos professores que estão trabalhando desde agosto..e ainda não receberam nenhuma centavo. Mais grave ainda, nem foram lançados/cadastrados na SECAD. Portanto nem receberam no início de dezembro, e se nao forem cadastrados até o dia 14 de dezembro, só receberam em fevereiro (se receber), pq em janeiro todos sabemos que não existe pagamento. Considerando que a dívida passa de um ano para o outro, fica a dúvida, será que receberão???
  • Francisco | 22/11/2011 | 22:37
    Seu artigo resume o sentimento dos professores contratados.
  • albania celi morais de brito lira | 22/11/2011 | 17:43
    Mas para quem já havia tido Danilo como secretário não poderia se surpreender. É uma pena que a educação ainda seja o terreno fértil para esse tipo de atitudes. Obviamente elas se coadunam com o discurso de valorização docente, educação de qualidade propagados pela boca do secretário. No fim da conversa, se os índices forem bons, que mal há em sacrificar o professor contratado? fica a pergunta os contratados que dão as mesmas aulas que os concursados:PRA QUE CONTINUAR SE SOMOS TÃO VALORIZADOS?
  • Victor | 22/11/2011 | 16:00
    É impressionante o quanto o nobre secretário Danilo foi e está sendo uma grande decepção. Enquanto os professores do município de Palmas, soltaram foguetes com a saída dele, nos da educação estadual comemorávamos, acreditando que tudo poderia ser diferente, com maior valorização dos professores, que a escola e alunos seriam levados a sério. Porém o que constatamos foi a incompetência do Danilo de Melo perante as reais necessidades da educação estadual. É uma pena!Siqueira, está na hora de mudar.
  • MARCELO GOMES MILHOMEM | 21/11/2011 | 22:31
    E olha que o Secretário de Educação não é mais mesmo de verdade, por exemplo no começo da gestão ele publicou uma normativa em que só deveria assumir o cargo de diretor escolar alguém que fosse concursado como professor, aqui em Sandolândia na metade do ano ele tirou alguém que é professor concursado e nomeou os apadrinhados políticos do governador, atrapalhando demais o desenvolvimento da escola, engolindo assim a normativa que sua mão havia assinado.
  • Luciano Coelho de Oliveira | 21/11/2011 | 21:52
    Amigo Henrique, escrevi este deste na madrugada, os olhos ja estavam ardendo de sono e fiz uma correção, mas passou algumas coisas, peço desculpas por alguns erros que tem no texto. Mas neste momento, gostaria mesmo era mostrar a população como anda nossa educação estadual.
  • Sérgio Henrique | 21/11/2011 | 21:19
    A palavra contramão ná é junta? Vc esreveu separada, Luciano!
  • Israel de Paula Maia | 21/11/2011 | 20:09
    Infelizmente, o Senhor Danilo não é mas como era antigamente, o problema com isso é que o professor sempre paga o pato... Sinceramente, gostaria de ver o Professor Danilo, lecionando em uma escola de tempo integral sem fazer seu planejamento. Gostariamos realmente que esse discurso de valorização do profissional da educação, beneficiasse o professor... Não quero receber nenhum centavo a mas do que tenho direito de receber eu só não vou trabalhar d graça para o estado.
  • Nina | 21/11/2011 | 17:40
    Caro Luciano o seu comentário foi maravilhoso, contudente, tocou a veia ensanguentada dos professores injustiçados por esse secretário que ora parece brincar de escolinha. Nós professores concursados não somos diferentes dos colegas contratados,aliás sem eles nossos alunos não chegariam ao final do ano com os conteúdos necessários, pois ninguém quer ser professor por dádiva.

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