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Segunda-feira, 05 de setembro de 2011, 11h04m
Estado

O Tocantins agora se refaz! Drogas nunca mais!

Em artigo o presidente do Instituto Social Brasileiro e presidente da Juventude Estadual do PTB no Tocantins, Diogo Cunha, abre o debate sobre as drogas. Diogo enfatiza pricipalmente os danos que o crack tem causado entre os jovens.
 
Da Web Crack tem efeito devastador
Crack tem efeito devastador

É visível que o índice de uso de drogas ilícitas tem aumentado na sociedade tocantinense, principalmente o Crack droga que tem o efeito devastador entre os jovens.

O uso do crack e sua potente dependência psíquica freqüentemente leva o usuário que não tem capacidade monetária para bancar o custo do vício à prática de delitos e para obter a droga. Os pequenos furtos de dinheiro e de objetos, sobretudo eletrodomésticos, muitas vezes começam em sua própria casa.

Muitos dependentes acabam vendendo tudo o que têm a disposição, ficando somente com a roupa do corpo. Em alguns casos, podem se prostituir para sustentar o vício. O dependente dificilmente consegue manter uma rotina de trabalho ou de estudos e passa a viver basicamente em busca da droga, não medindo esforços para consegui-la. O crack pode causar doenças reumáticas, podendo levar o Usuário a morte.

Um problema que afeta não somente o usuário, mais que atinge a família e o grupo social em que vive principalmente a sociedade em geral tornando-se também um alerta para a saúde pública. Famílias são destruídas, e muitos pedem sua vida, seja ela pela própria droga ou por confrontos com á policia.

Achamos que não somos responsáveis por isso, mas quando menos percebemos temos um ente querido envolvido entre nós.

Alguns acham que porque é de classe social alta seu filho não vai se envolver, esses são os que, mas se enganam fecham os olhos e não querem ver e enfrenta um problema social que está em nossa frente e que pode ser resolvido.

Pesquisas apontam que o crack é sem dúvida um fator de risco para a violência urbana. Segundo Sapori não há uma política nacional de saúde pública para acolher o dependente químico que queira se tratar. Ao mesmo tempo não há mecanismos para aqueles que necessitariam de uma internação involuntária

Embora seja uma droga mais barata que a cocaína, o uso do crack acaba sendo mais dispendioso: o efeito da pedra de crack é mais intenso, mas passa mais depressa, o que leva ao uso compulsivo de várias pedras por dia.

O Poder Legislativo “deve” voltar seus olhos para os jovens de hoje, pois representa e será o futuro do nosso Estado, as pessoas que o compõe não devem ser vistas como “inúteis”. Afinal o nosso estado só está começando a cresce, o que vai acontece futuramente se ficarmos de braços cruzados?

Drogas: Veja as diferenças entre elas.

Há dois tipos de drogas: Lícitas: São aquelas legalmente produzidas e comercializadas (álcool, tabaco, medicamentos, inalantes, solventes), sendo que a comercialização de alguns medicamentos é controlada, pois há risco de causar dependência física / psíquica.

Ilícitas: São aquelas substâncias cuja comercialização é proibida por provocar altíssimo risco de causar dependência física e / ou psíquica (cocaína, maconha, crack, etc.).

Drogas: Fácil é entrar nessa. Difícil é sair...

Diogo Cunha
Pres. do Instituto Social Brasileiro e Pres. da Juventude Estadual do PTB TO
Contato: jptb.dc@hotmail.com

Diogo Cunha

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6 Comentário(s)

  • Mayza Aiala | 08/09/2011 | 11:15
    Gilvan Noleto....seus comentarios tem muito mais conssistencia, profundidade e conhecimento que o texto do autor. PARABENS GILVAN!
  • Gilvan Nolêto | 07/09/2011 | 18:08
    O assunto é mais sério! Se você assistir a um bom debate com o Zezé perguntando: "de que adianta uma pessoa ficar internada por 6 meses, se na hora que ele volta pra casa, a própria família programa um churrasco regado a cerveja?" Para ele, as drogas lícitas são o caminho de volta para as drogas químicas. E será que ele não nos faz pensar? Partidarizar a questão é que não. Mas não desista da escrita, a sociedade carece de debate. Boa sorte!
  • Gilvan Nolêto | 07/09/2011 | 17:55
    O assunto exige mais profundidade q mera questiuncula partidária. Tentar jogar culpa em governos idos como sugere o título, é ingenuidade. As drogas não são problemas de 8 anos, mas de décadas. Diz o "preto Zézé", da CUFA-CE, q enquanto se tratar o assunto com hipocrisia, o resultado será sempre nulo. Para ele, o problema está na porta de entrada, as drogas lícitas. Qual Governo quer enfrentar o poder econômico da Ambev? Que mídia abre mão de vender espaços a esse tipo de propaganda? Pois é isso
  • MANOEL ODIR ROCHA | 07/09/2011 | 17:00
    Minha cara RT, que texto mais "xoxo", mal escrito e que não acrescenta nada. Que título mais enganoso, como "Drogas nunca mais"? É como dizia o velho sábio Zé Cirilo, de Colinas: "Dizer que é preciso matar a onça é fácil, difícil é saber quem vai matá-la". Não será com textos assim que vamos efetivamente lutar contra a expanção do crack e de outras drogas. ´Seria bom uma análise mais acurada sobre o que publicar em seu importantíssimo portal.
  • Gleyson | 06/09/2011 | 12:01
    Quero meus dois minutos de volta que perdi lendo este texto que fala de nada vezes nada. Seria óbvio demais descrever este texto como óbvio.
  • albania celi morais de brito lira | 06/09/2011 | 08:59
    Ao ler o título da matéria supus que o texto fosse mais incisivo. Pensei que leria acerca de políticas de governo acerca do combate à venda de drogas e acerca de programas que assistissem usuários e famílias que sofrem com essa mazela. Repetir lugares comuns não é mais necessário! mas esse é um assunto demais delicado e que mexe com questões muito mais profundas do que simplesmente o compadecimento com que tem sua vida devassada pelas drogas!!

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