Página Inicial

Minha Opinião

Quinta-feira, 01 de dezembro de 2011, 16h32m

O problema em Palmas não é a falta de áreas, mas o preço: como resolver?

Tem muita gente armada com o preconceito nesta discussão que vai definir como a capital Palmas será ocupada nos próximos anos. É uma oportunidade única de corrigir alguns erros que ocorreram no processo desordenado de ocupação da cidade. O principal equívoco que detectei nos comentários de quem não quer a expansão, é achar que ocupar as áreas vazias na capital é coisa fácil. Não é, por um único motivo: o preço, que lei nenhuma pode fazer baixar. A não ser, quem sabe, a da oferta e procura.
Roberta Tum 
Lourenço Bonifácio Reunião na Seduh: baixar preços de mercado não é possível para poder público
Reunião na Seduh: baixar preços de mercado não é possível para poder público

Acalmou-se pelo menos temporariamente a guerra nas redes sociais entre os que são contra e os que são a favor da criação de uma área de expansão urbana para Palmas, devolvendo ao Plano Diretor o traçado que tinha antes de ser reduzido em 2007.

Procurando ouvir todos os que têm algo sério e embasado na área técnica para dizer sobre o assunto, e também as comunidades que foram excluídas ou que se excluíram do Plano Diretor, notei alguns conceitos equivocados, e outros preconceitos que estão permeando esta discussão.

Querem ver? Não existe, nem nunca existiu proposta de expansão da cidade no sentido leste oeste, rumo à serra. Outra inverdade: a área de influência proposta para dois trechos das TO’s 010 e 050. Não há proposta de 1.500 metros de delimitação para a implantação de aparelhos urbanos. São 700 metros de cada lado, e avançando no sentido Lajeado, e não no sentido Taquaralto.

Ocupar sem pagar, só se for invasão

Outra idéia arraigada é que existe muita área disponível em Palmas, e que “basta ocupá-las”. Tenho lido isto no Facebook e no Twitter com frequência. A primeira parte é verdade incontestável, como mostra matéria especial de hoje neste portal, apontando a existência de 44 quadras no Plano Diretor sem micro-parcelamento. E 11 registradas, parceladas, algumas até vendidas, mas sem ocupação. Ou seja: quase ninguém mora por lá.

Agora dizer que “basta ocupar” é excesso de ingenuidade, ou desconhecimento da lei vigente. Fui perguntar aos técnicos e assessores jurídicos da Seduh como fazer, qual é a fórmula para provocar o adensamento da cidade. Não existe. O que há são “instrumentos”. Exemplo: o IPTU Progressivo, que está em vigor, vai custar tão caro em pouco tempo, que termina forçando o dono da quadra, a vendê-la. Assim, transfere a dívida. E quem comprar o lote que se encarregue de construir nele.

Desde jeito, quem comprar para especular (esperar subir de preço mais ainda para vender), vai ter prejuízo.

O fato, incontestável, é que parcelar e vender não obriga o dono a vender barato. Vender num preço que se considere justo. Vender de modo que a classe média possa comprar. E onde, me digam em sã consciência, alguém que ganhe até R$ 3.600,00 compra um lote regularizado hoje, sem ser no Luzimangues? Em lugar nenhum desta Palmas bendita, que exclui os menos abastados para fora de suas linhas bem traçadas do Plano Diretor.

A lógica perversa dos que têm, excluindo os que não têm

É bem fácil para quem está instalado, em sua casa própria, dentro do Plano Diretor, entrar nesta discussão com quem não tem nem consegue comprar um lote ou um apartamento (para quem consegue morar bem assim), sobre expansão. Mas é hipocrisia achar que falam em nome dos excluídos monetariamente da possibilidade de comprar lote dentro dos limites da cidade.

A maior dúvida que ainda pesa sobre a expansão, é saber se  - apesar de encarecer o custo para o poder público de levar educação, saúde e transporte até os moradores das possíveis futuras quadras - ela baratearia os novos lotes. Uns dizem que não, por que há a possibilidade de que alguns poucos investidores adquiram estas áreas também para especular. Outros dizem que sim, por que a lei da oferta e da procura colocaria lotes mais baratos no mercado.

Esta semana, o vereador Fernando Rezende fez uma proposta inusitada, mas considerável do ponto de vista legal: sugere que o município condicione a aprovação de novos micro parcelamentos numa futura área de expansão, à deter 50% das áreas. Não para vendê-las, como uma imobiliária oficial, segundo o entendimento de alguns, mas para permitir a instalação nelas de moradias para faixas salariais de 0 a 3, 3 a 6, e 6 a 10 salários mínimos.

A discussão ainda vai longe. Mas pelo menos agora os técnicos estão com a missão de apontar saídas factíveis. E aos políticos caberá a decisão mais acertada, que atenda os interesses de quem não tem patrimônio para adquirir lotes de R$ 80 mil a R$ 180 mil na capital.

Por obrigação, ao final desta discussão, os nossos legítimos representantes precisam encontrar uma saída, uma alternativa que seja, para que Palmas possa ser ocupada dentro de critérios daqui para frente. Já que o passado está cheio de erros.

A hora de consertar é agora. Sem preconceito.

Prezados internautas, SEJAM BEM VINDOS ao novo espaço para comentários

Nosso sistema mudou, mas algumas regras permanecem para que este espaço promova o debate com qualidade. Vejam quais são:

1 - O comentarista deve se cadastrar para comentar, validando seu email

2 - São duas as restrições que podem motivar bloqueir: uso de palavras de baixo calão e acusações ou menções a crimes pelos quais os mencionados não tenham sido condenados em última instância de recurso.

3 - Ao comentar artigos e notícias, atenha-se ao assunto. Os comentários devem ter no máximo 500 caracteres. Se for preciso, poste a continuação.

4 -  É vedado o anonimato na manifestação da opinião. É permitido usar pseudônimos.

5 - Todos os comentários são moderados. Se o seu comentário atende as normas de civilidade aguarde sua liberação. Não é necessário postar mais de uma vez.

Importante: Especialmente na área criminal, comentários contendo ameaças, incitação à violência, preconceito racial e de gênero, além de homofobia, passarão a integrar lista de observação que poderá ser cedida às autoridades policiais e judiciárias quando necessário.

29 Comentário(s)

  • un guiri | 17/12/2011 | 13:33
    Jose, eu não posso acreditar em seus comentários ... que planeta você é? Eu sei que nada é perfeito .. mas há algo muito errado aqui .. e isso é chamado de política .... democracia ainda não está aqui ... Estamos ainda em um dictaduria escondida debaixo do tapete ... com a maioria das pessoas ... medo de criticar o caso de perder o emprego, etc ..! e foi apenas 20 anos, mas temos palmeiras em 2010 / 2010 e não 1710 ... poderia ter sido planejado muito melhor ... 1987 foi o tempo da pedra e não
  • Geraldo das Neves Roza | 05/12/2011 | 18:41
    Que tal tacharem os impostos com valor maior para quem não constroe e somente especula.
  • luis silvestre dallacqua | 05/12/2011 | 14:17
    IPTU progressivo é com certeza, uma das formas de medio prazo amenizar, eesses preços abusivos aqui em almas, ou iram construir ou teram que vendes aqueles que tem vários lotes apenas para especular...
  • José Delves do Carmo | 04/12/2011 | 12:24
    ...Um dos maiores destinos turísticos da Espanha, Santiago de Compostela, só o é, devido a um brasileiro, Paulo Coelho, que se não fosse aculturado faria o mesmo em livro com suas mentirinhas sugerindo Caminhada ao Jalapão. Aí Caminhada a Compostela iria desaparecer, pois, Jalapão é muito mais bonito e esotérico. Notei conservadorismo em sua figura ao querer jornal do dia impresso, do dia, em bancas palmenses. Melzinho na chupeta, servido? Fosse liberal os leria na internet. Assim como lê o RT.
  • José Delves do Carmo | 04/12/2011 | 11:59
    É, tá feio para "un guiri," nacionalidade espanhola. Algumas cidades lá têm 4.000 anos de História nos lombos. Nenhuma menos de 200. Primeiro-mundo. Aí cidadão chega num País terceiro-mundista, cidade com vinte anos, e pensa que é Barcelona. Não enxergou uma virtude que seja, só defeito. Aqui temos bagunça sim, nada porém comparável ao bagunçado conflito Basco e sua ETA, racismo e terrorismo com bombas, entre irmãos. Corrupção, como em todo mundo, aliás, é corriqueiro entre políticos espanhóis.
  • Michel de Almeida | 04/12/2011 | 10:33
    "Uns dizem"? Como assim? Roberta você fez um texto todo questionando a ideia de quem é contra, mesmo de especialistas de urbanização e depois em um argumento fortíssimo de quem é contra coloca um "uns dizem", por favor não faça isso. O que impedirá de que feita a expansão o preço dos lotes abaixe? A lei da oferta e procura? Ou seja é a mesma lei responsável pelos preços de hoje? E se não abaixar? Aí você escreverá um outro texto começando com "eu estava errada"?
  • Reinor Vieira do Prado | 03/12/2011 | 18:53
    Constatação, em Palmas, beneficiar com infraestrutura básica em poucas quadras pode transformar-se em pesadelo aos moradores, veja o caso das quadras 305-sul, 405-sul, 605-sul e outras da região que tiveram o recurso federal liberado a 6 anos, o nosso administrador em nenhum momento observou os princípios da administração publica pois tendo iniciado as obras, até esse ano não terminou, imagine uma expansão que terá de fazer novas obras se nem nas antigas são finalizadas, não é tempo de obras?
  • Reinor Vieira do Prado | 03/12/2011 | 18:36
    Usufruir dos benefícios de Palmas é muito difícil, morar, trabalhar, locomover, lazer, pratica de esportes. O local da antiga rodoviária (centro), pensei que poderia ser construído um complexo esportivo para a população, no centro falta estrutura esportiva, veja no que deu o espaço, um absurdo, de área publica foi transferida para uma instituição que PRIVADA que nada faz e que poderia estar em outra região. O complexo esportivo de Taquaralto esta em ?OBRAS? a uns 6 anos, como pode???
  • un guiri | 03/12/2011 | 13:34
    Como um estrangeiro aqui Eu não posso nem comprar um jornal estrangeiro ...! Palmas pode ser bom (para além do calor) ... você tem um lago fabuloso em sua porta ainda vejo desportos aquáticos zero ... você também tem o fornecimento de electricidade mais cara ... absurdo.! na verdade tudo aqui é caro ... muito caro ..! Por que?? Eu poderia ir sobre e sobre, mas vai abster-se ... Eu vivo aqui, mas estou triste de ver a bagunça este lugar é dentro!
  • un guiri | 03/12/2011 | 13:32
    cont.. da cidade, mas a maioria não tem asfalto, não há sistema de esgoto direto .. as estradas são como rios everytime chove. Você chama isso de planejamento? .. Eu chamo-lhe uma bagunça.! Aliado com o que parece ser a corrupção em todos os níveis. Você fala sobre Turismo, que virá aqui .. certamente ninguém dos EUA / Europa ... OK talvez alguns visitará Jalapão ... mas então o que você está oferecendo facilidades ..? Pelo que posso ver muito pouco. Como um estrangeiro aqui Eu não posso nem com
  • un guiri | 03/12/2011 | 13:31
    español inglés como um convidado estrangeiro, posso dizer que na minha opinião e que é depois de ter vivido aqui por quase dois anos, que Palmas é uma bagunça.! O planejamento deu errado, é ridículo ter uma cidade que é quase 22 klms de norte a sul, com apenas pouco mais de 210 mil habitantes. As restrições para o desenvolvimento deveria ter sido em lugar de desenvolver apenas algumas áreas. Agora temos terrenos baldios perto do coração da cidade e de habitação em toda a área da
  • Não sou Baú.. falo mesmo! | 03/12/2011 | 11:26
    Essas grandes areas que n estão habitadas, poderiam ser desapropriada para a construção de moradias populares.. pois existem milhares de familias precisando de casas para morar! Deverei ser feito um projeto de condominio popular, com blocos de ate 3 pav. assim vc consegue acomodar muito mais familias num terreno mto menor! engana-se quem pensa que ficaria inviavel a construção financeiramente falando. pois a relação custo beneficio é muito melhor! e essa obra sai mto mais barato q a convencional
  • Não sou Baú.. falo mesmo! | 03/12/2011 | 11:21
    quanto mais terreno tiver espalhado pior será. pois os gasts aumentam e muito para o governo. EX. uma area de 10,000 m² é mais facil de cuidar do que uma area de 50,000 m². os gastos com asfalto, saneamento, coleta de lixo, rede eletrica e etc... ficam muito maiores. vc verticalizando as construçoes, vc concentra um nº maior de pessoas no mesmo espaço e consegue atender com melhor qualidade e com menos gasto.
  • José Celso | 03/12/2011 | 10:27
    ...apontando a existência de 44 quadras no Plano Diretor sem micro-parcelamento. Isso está escrito no seu texto. Então Roberta, olha aí a proposta de FR de destinar 50% ao município ao parcelar. Se fizer isso a partir do centro, ótimo. Primeiro temos que pensar no adensamento, depois a expansão. Caso contrário, a cidade expandida, não haverá mais candidatos para gerir a cidade. O salário é muito curto para pensar, refletir, agir, enfim administrar com ética e moral. Desisto, não saio candidato.
  • beline | 03/12/2011 | 10:26
    criem mais uns 3 sowetos tudo resolvido? e o que deseja os donos do poder
  • Prof. Marcus Finco, PhD | 03/12/2011 | 09:47
    Prezada Roberta, alguns pontos devem ser esclarecidos quanto à questão específica do mercado imobiliário no Plano diretor, tais quais: o mero aumento de oferta não levará à queda dos preços uma vez que, além da demanda reprimida já existente, há ainda características endêmicas de concorrência imperfeita, neste momento, fazendo com que os preços sempre fiquem acima do equilíbrio que seria atingido em condições sem a presença destas imperfeições.
  • Prof. Marcus Finco, PhD | 03/12/2011 | 08:07
    Prezada Roberta, Alguns itens devem ser melhor pontuados dado à endemia dessa questão aqui em Palmas: o mero fato de haver mais oferta não necessariamente reduzirá os preços dos lotes, não só porque já existe uma demanda reprimida, mas também por que este setor em Palmas possui características de ser um mercado imperfeito, onde os preços estarão, nas condições dadas atualmente, sempre acima do equilíbrio entre de mercado. Att.
  • Reinor Vieira do Prado | 02/12/2011 | 13:54
    Marcos Gomes, o artigo 1º da Lei 4132/62, remete ao artigo 147 da Contituição Federal que por sua vez direciona a competecia TRIBUTARIA ao Municipio, e ai volta o IPTU PROGRESSIVO, o trâmite para se chegar a desapropriação é passar pelo IMPOSTO PREGRESSIVO, veja o Art 182 e o Estatudo da Cidade que o caminho dentro da legalidade é esse.. o problema é que os politicos não querem começar a aplicar os dispositivos, se na LC-192/09(munic) incluissem as quadras no Progressivo.. ja teria efeito
  • Rosemira Siqueira de Miranda | 02/12/2011 | 13:49
    Aqui aluguel são com preços ?abusivos? que são alinhados pelas imobiliárias que aqui existem. O cidadão quer alugar uma casa ?dele? por 700 reais hj, a imobiliária vem e fala que consegue alugar por 950 a mesma casa, e assim vai deixando o povo sem opção, tendo que pagar cada vez mais caro para viver. Confesso que ?invejo? quem ainda compra e constrói no centro de Palmas, msm com esses preços astronômicos...
  • Rosemira Siqueira de Miranda | 02/12/2011 | 13:47
    ISSO MSM! Palmas..Palmas...pra vc Roberta!! Vc tocou num assunto que tem feito eu já até desistir de morar em Palmas. Quem não comprou casa ou lote aqui a 4 ou 5 anos atrás, está fadado a morar em taquaralto, luzimangues, vila união ou no mínimo a uns 15 ou 20 km longe do centro. Lotes que subiram mais de 1000% em menos de 3 anos.
  • Marcos Gomes | 02/12/2011 | 11:31
    Desapropriação já! A única saída realmente viável. IPTU progressivo não trará rápidas respostas nem combaterá o abuso no valor dos lotes no Plano Diretor de Palmas. Se querem realmente resolver o problema, desaproprie já. Diz a Lei n° Lei 4132/62, em seu art. 1 º "A desapropriação por interesse social será decretada para promover a justa distribuição da propriedade ou condicionar o seu uso ao bem-estar social..." Qualquer discussão fora disso, é pura balela. É manter as coisas como estão. Pense!
  • Marcos Gomes | 02/12/2011 | 11:24
    Seguindo o raciocínio, Palmas só deixará de ser a cidade mais injusta e excludente do paìs, quando botar os especuladores nos seus devidos lugares. Quando a ganância por lucros fáceis põe em risco todo um projeto urbanistíco, é hora da intervenção dos poderes públicos. A cidade deve ser democrática, permitir o acesso à moradia a todos, não somente à carcomida elite, que espolia às últimas consequências quem é mais fraco. Fim às injustiças! Fim às elites articuladas e embrenhadas no Poder.
  • Marcos Gomes | 02/12/2011 | 11:19
    Como já disse anteriormente, o Poder Público se quiser resolve em dois tempos a carestia dos lotes em Palmas: desapropria a preço justo e oferece os lotes diretamente, sem intermédio de especuladores. Isso é o Poder Público regulando o mercado. Na minha opinião é única saída que surtirá efeitos estruturais e profundos na lógica imobiliária de Palmas. O resto é balela, conversa fiada. O interesse público fala mais alto. Palmas precisa dar chance a classe média comprar e ter onde morar.
  • Marcos Gomes | 02/12/2011 | 11:15
    E simples resolver o problema fundiário na capital! Basta vontade política para tal. Se quiser, faz e acontece. O interesse público deve estar acima do privado. A propriedade de cumprir sua função social. Se não cumpre, deve intervir o Poder Público. Saída para a especulação e baixar o valor dos imóveis: desapropriação e venda dos lotes pelo próprio Poder Público. Aí o que deve funcionar é o preço justo, e não a lógica do mercado. Desapropria a preço real e vende a preço real. Moral, lote barat
  • Carvalho Carvalho | 02/12/2011 | 10:44
    A lei da oferta e da procura no mercado de Palmas de imóvel, sofre algumas imperfeição, é diferente no mercado de outros bens,....o imposto progressivo pode não resolver, mas dará o viés de baixa aos preços dos imóveis, e os especuladores não vão conseguir transferir esse tributo para consumidor final, qual sentido de uma família que tem sua residencia pagar altos impostos para ter quatros ou mais lotes, senão tem expectativa de uma valorização no curto prazo,....
  • Carvalho Carvalho | 02/12/2011 | 10:37
    Acredito sim que o imposto progressivo, no médio prazo puxará os preços de lotes em Palmas para baixo, pois em Palmas devido a especulação, familias/empresa usam terreno com reserva de valor, o que fez os preços de imóvel subir assustadoramente: veja bem. conheço em torno de 10 pessoas cada uma tem sua residencia e, outros, seis a 10 lotes adquiridos mais de 10 anos, utilizam com reserva de valor, nunca vão construir e nem vendê=los, pois gabam-se, da valorização dos últimos anos,...
  • Cleydson Coimbra | 01/12/2011 | 22:18
    Roberta, parabéns, mais uma vez um bom artigo publicado, bastante esclarecedor.
  • Reinor Vieira do Prado | 01/12/2011 | 22:08
    Roberta, Na aplicação do IPTU progressivo é pre-requisito a notificação do proprietario do imovel e o poder publico, querendo, pode identificar quem possui, por exemplo, mais de 3 terrenos inúteis a coletividade e fazer valer a LEI, assim vai fazer justiça contra o GRANDE ESPECULADOR e ao pequeno que somando faz uma grande diferença para Palmas, trazendo a população para o centro da CAPITAL, é so querer e fazer.. mas quem vai saber o motivo de nao querer
  • Gustavo | 01/12/2011 | 16:56
    ISSO! Por esta razão que SOU CONTRA. Abrem-se novas áreas e as quadras dos especuladores ficam lá intactas só valorizando, enquanto os trabalhadores são obrigados a morar entre 10 e 18 quilomêtros do centro da capital ganhando menos de 2 salários, com um transporte caótico, impedidos de almoçar com suas famílias. A Prefeitura infelizmente vai acabar permitindo que isso aconteça, e ao final disso tudo, a Câmara seja só "pizza"! Não esqueçam: todos os favorecidos provavelmente já terão bons lotes.

Outras opiniões

  • Coperfrigu
  • Nacim
  • Band
  • Twitter
  • sudeste hoje
© Copyright 2012 - ROBERTATUM.COM.BR. (63) 3224-8117 - contato@robertatum.com.br
Desenvolvido por ConsulteWare e Rogério Carneiro