Lideranças expressivas dos partidos que compõem a União do Tocantins, deputados federais e estaduais, prefeitos e ex-deputados fizeram realizar sob a batuta do senador João Ribeiro (foto), na manhã desta sexta-feira, 6 em Palmas, uma reunião de trabalho de trabalho e articulação com vistas à eleição de 2010. "Não vamos ficar de braços cruzados esperando as mudanças que podem acontecer no Tocantins nos próximos meses", disse o senador e presidente do PR a um público seleto, numa clara alusão à possibilidade que o grupo vê de retomar o poder no Estado através do Rced - Recursos Contra Expedição do Diploma, impetrado pela UT para tentarcassar o mandato do governador Marcelo Miranda.
Bastante aplaudido, e citado na maior parte dos discursos como "futuro governador do Estado", o senador João Ribeiro disse que "de todo coração, é sincero dizer que ainda não existe candidatura definida". Ele explicou: "Posso ser candidato a senador e posso ser candidato a governador. Isto vai depender da vontade dos companheiros e do quadro político do momento". A reunião desta sexta-feira criou um grupo de trabalho cujo objetivo maior é fazer um chamamento aos "companheiros que estão adormecidos", destacouRibeiro, pelos diversos municípios do Estado.
O coordenador da União do Tocantins pretende levantar todos os pretensos candidatos a algum cargo eletivo para o próximo ano, e até setembro ter definido, "um projeto de poder" para o grupo político que representa. Quanto à chapa majoritária, algumas coisas importantes definirão os nomes. "Não tem problema termos muitos nomes, problema, é não ter nomes. Temos que começar cedo, por que quando se está na oposição é preciso mesmo começar mais cedo", salientou João Ribeiro.
A boa relação que tem com o presidente Lula e sua base aliada também foi comentada pelo senador em entrevista exclusiva ao Blog da Tum:"Temos um bom relacionamento e estamos abertos a fazer alianças com todos. Não temos inimigos, temos adversários. Mas até estes eventuaisadversários de hoje, podem ser companheiros amanhã", frisou.
A ex-prefeita de Araguaína Valderez Castelo Branco, ao lado do marido, deputado Lázaro Botelho, usou a palavra para saudar João Ribeiro como"o grande timoneiro da União do Tocantins neste momento". Ela falou da importância de juntar os companheiros, com mandato e sem mandato em torno de um projeto único. "Nós ex-prefeitos temos uma coisa que ninguém tira" - afirmou - "que é o conhecimento dos problemas, a experiência".
Ribeiro anunciou que estará abrindo um novo escritório, mais amplo, que estará à disposição de prefeitos, ex-prefeitos, com secretária e telefone, e conclamou todos a buscar despertar os companheiros e os "insatisfeitos" para o novo embate que será travado no Tocantins no próximoano.
Toda a movimentação tem sido feita, segundo o senador, com o conhecimento e anuência do ex-governador Siqueira Campos. "Ele mesmo me disse esta semana na casa do deputado Eduardo Gomes, que até árvore, se ficar parada, apodrece, e que temos toda razão em irmos à luta", finalizou.
Prezados internautas, SEJAM BEM VINDOS ao novo espaço para comentários
Nosso sistema mudou, mas algumas regras permanecem para que este espaço promova o debate com qualidade. Vejam quais são:
1 - O comentarista deve se cadastrar para comentar, validando seu email
2 - São duas as restrições que podem motivar bloqueir: uso de palavras de baixo calão e acusações ou menções a crimes pelos quais os mencionados não tenham sido condenados em última instância de recurso.
3 - Ao comentar artigos e notícias, atenha-se ao assunto. Os comentários devem ter no máximo 500 caracteres. Se for preciso, poste a continuação.
4 - É vedado o anonimato na manifestação da opinião. É permitido usar pseudônimos.
5 - Todos os comentários são moderados. Se o seu comentário atende as normas de civilidade aguarde sua liberação. Não é necessário postar mais de uma vez.
Importante: Especialmente na área criminal, comentários contendo ameaças, incitação à violência, preconceito racial e de gênero, além de homofobia, passarão a integrar lista de observação que poderá ser cedida às autoridades policiais e judiciárias quando necessário.