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Plantão de Polícia

Segunda-feira, 30 de agosto de 2010, 15h50m
Sistema prisional

MPE oficia SSP para providências urgentes em cadeias públicas e delegacias do Estado

Os requerimentos dos promotores de justiça de nove cidades foram encaminhados a Secretaria de Segurança Pública, solicitando a reforma urgente da Cadeia Pública de Tocantinópolis ou construção de um presídio. Em Araguatins foi solicitaado a criação de uma unidade do Instiututo Médico Legal -IML e a reforma da delegacia da cidade de São Bento.
Da Redação 

O Procurador Geral de Justiça, Clenan Renaut de Melo Pereira, encaminhou à Secretaria de Segurança Pública do Tocantins requerimentos dos Promotores de Justiça que atuam em nove cidades do Estado em relação às cadeias públicas e delegacias.

Tocantinópolis

O Promotor de Justiça Elizon de Sousa Medrado requereu que sejam nomeados ou designados novos delegados, agentes e escrivães de polícia para atender à demanda de pessoal da delegacia regional que abrange, além de Tocantinópolis, os municípios de Aguiarnópolis, Palmeiras do Tocantins, Santa Terezinha, Nazaré e Luzinópolis.

No documento, o Promotor pede a reforma urgente da Cadeia Pública de Tocantinópolis ou a construção de um presídio, sob pena de ocorrerem novas fugas. Solicita ainda que seja cumprido o Termo de Cooperação Técnica e Financeira entre o Estado e o Consórcio Estreito de Energia – Ceste, em que a a empresa privada, diante dos impactos ambientais nas cidades atingidas pela barragem de Estreito-MA, comprometeu-se a doar caminhonetes e outros veículos. Segundo foi constatado pela Promotoria, os veículos doados teriam sido encaminhados para outras cidades que não foram atingidas pelas obras.

Araguatins

Durante visita ordinária de inspeção na delegacia da cidade de São Bento, o Promotor de Justiça Breno Simonassi constatou que, apesar de ter sido construído dentro dos padrões, o prédio continua sem celas de segurança e está totalmente desativado, inclusive, sem quadros de servidores.

A Promotoria emitiu então documento à Secretaria de Segurança Pública para providências. Em outro procedimento, o Promotor Breno Simonassi solicitou que a Secretaria de Segurança Pública implante uma unidade do Instituto Médico Legal (IML) em Araguatins.

Paranã

O Promotor de Justiça Marcelo Mansour requereu à Secretaria de Segurança Pública que resolva as pendências na delegacia de polícia de Paranã. Dentre as principais necessidades apontadas pela Promotoria estão: inexistência de delegado titular; necessidade de mais agentes de polícia e agentes penitenciários; falta de munições e coletes a prova de balas; reparos no prédio da delegacia; contrução de fossa e a necessidade instalação de internet para acesso aos sistemas Infoseg, Ifopen e outros que dependem desta tecnologia.

Em todos os casos, o Ministério Público Estadual aguarda resposta da Secretaria de Segurança Pública. (Com informações da Ascom MPE)

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3 Comentário(s)

  • Jeferson Ferreira | 09/09/2010 | 15:04
    Faço parte da PC, há 12 anos. Os problemas sempre existiram e não será através de uma mágica que serão resolvidos. O que o atual governo fez e está fazendo merece o nosso reconhecimento. Dobrou o número de viaturas, adquiriu helicóptero, instalou a Academia de Polícia em prédio próprio, concedeu aumento salarial e está reformando diversos prédios e delegacias. Críticas como a do primeiro comentário, certamente são de pessoas que por longos e longos anos usufruiram das regalias dos bens públicos e não se conformam que o respeito ao que destinado ao público não pode ser destinado às questões particulares.
  • Adalberto Dines | 30/08/2010 | 23:08
    Governador, só o senhor não vê, que esse secretário da segurança, só lhe desgasta. Faça alguma coisa em tempo, pela consolidação de sua vitória. Ou então, nós servidores da segurança não confiaremos no senhor. Imagina se nos aguentaríamos Geralçdo Donizete por mais alguns meses, quanto mais por alguns anos.
  • fabricio moraes | 30/08/2010 | 18:08
    Só o governo não vê o caos da segurança pública do Tocantins (polícia civil). Nos países mais evoluidos, onde os cidadãos tem um serviço de segurança de qualidade, a polícia investigativa atua fortemente, amparada por tecnologia e policiais bem treinados. Nestes países o índice de resolução dos crimes são bem altos. A certeza da punição, leva o criminoso a pensar duas vezes antes de cometer crimes. Aqui no Brasil, mais precisamente no Tocantins, para os políticos e gestores, só existe uma polícia, a PM, essa é ostensiva, apolpolação vê, dá votos, e isso é que que político gosta, de votos. A PM tem sua função de polícia preventiva, isso é importante, mas não ataca as quadrilhas na sua raiz, não investiga, não tem a função constitucional de dar o ponta pé inicial da ação penal, através do inquérito policial. E é através do inquérito que a justiça encontra, ou deveria encontrar subsídios para fundamentar a ação penal e consequentemente, punir os autores de crimes. Passou da hora das autoridades tocantinenses pensarem que segurança pública se faz com investigação, e alto nível de resolução de crimes. Neste caso, caberia a polícia civil esta função, mas a mesma se encontra inoperante, seja pela falta de servidores, seja pela falta de investimentos em equipamentos e treinamento para os policias da polícia judiciária. O grande problema para os políticos, é que uma polícia civil forte e independente, acarretaria em prejuízo para os gestores que desvia verbas, pois os mesmos estariam correndo sérios riscos de terem suas falcatruas descobertas. Isso me faz pensar que os atuias políticos do Tocantins, não desejam uma polícia investigativa bem estruturada, pois frustrariam seus planos de se locupletarem com o erário público ( dinheiro meu e seu, dinheiro do povo)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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