A crise provocada pelas movimentações de Osvaldo Reis reveladas aqui na semana passada, e suas posteriores declarações estaria oficialmente contornada depois da célebre reunião do deputado e presidente do partido com o governador Carlos Gaguim na quinta-feira da semana passada.
Digo oficialmente, por que na prática vamos ter que observar o comportamento dos principais protagonistas desta história nas cenas dos próximos capítulos. Exemplo: Gaguim vai para o Bico do Papagaio amanhã, quarta-feira, 21. Sua presença é esperada em Esperantina, Carrasco Bonito, Axixá, Sítio Novo e Augustinópolis.
Reis já mobilizou suas bases, Coimbra chega hoje
Antes do governador chegar, Osvaldo Reis já fez por lá um “arrastão” nos últimos dias, movimentando suas bases eleitorais. Nesta terça-feira, véspera da chegada do governador, a turma do deputado Júnior Coimbra já trabalha na região que Gaguim visitará amanhã.
Mesmo sem a liberação de toda a estrutura de material que a campanha majoritária vai oferecer, os proporcionais começam a se virar fazendo chegar às ruas os primeiros santinhos e adesivos. Com o registro dos comitês financeiros, o dinheiro começa a chegar aos cofres das campanhas como manda a lei e o material gradativamente vai ganhar as ruas.
Acelerar mesmo, só em agosto
O sumiço dos principais protagonistas da campanha majoritária da Força do Povo no último final de semana tem explicação. Numa praia tocantinense, longe do olhar dos curiosos e do registro da imprensa, uma reunião para discutir estratégia de campanha teria definido os próximos passos.
Baseado em números e projeções de pesquisas o governador teria defendido que a campanha só deve ser deflagrada com toda a estrutura usual a partir de 15 de agosto. Até lá já estaria claro o quadro de impedimentos legais por impugnação de candidaturas, e a parte mais cara da campanha estaria reduzida a 45 dias de movimentação mais intensa.
Resta saber, numa eleição tão disputada, se isso é possível. Mesmo que seja para Gaguim e os senadores da Força do Povo, com certeza não será para quem quer garantir vagas na Câmara Federal e na Assembléia Legislativa. Esta briga é o maior foco de incêndios que o governador, candidato e coordenador maior do processo, vai ter que controlar para evitar que a majoritária toda seja chamuscada na conhecida fogueira das vaidades.
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