O PSDC presidido pelo professor Adail vinha caminhando próximo à União do Tocantins, com conversações diretamente com o coordenador da pré-campanha, ex-senador Eduardo Siqueira Campos (PSDB). Na sexta-feira, Adail foi se encontrar com o governador Carlos Gaguim (PMDB) para conversar sobre sucessão. Estava acompanhado por membros da executiva do partido. A portas fechadas, a reunião terminou sem alarde.
Na lista de audiências, o PCdo B também foi recebido pelo governador. Estiveram com Gaguim o presidente Nilton Gonçalves, o vice-presidente, Paulo Fernando Martins (secretário municipal de Ciência e Tecnologia), e o professor Élvio Quirino, que teve o nome indicado para compor chapa na majoritária do PT com Paulo Mourão.
A tarde de sexta-feira continuou movimentada pelas reuniões entre Gaguim e representantes de pequenos partidos. Passaram por lá os representantes do PMN, Dr. Tenório e Dr. Brizola e o presidente do PSL, Cristian Zine.
Maurício Rabelo e Getúlio Vargas
Do PRB, o governador recebeu o presidente Wanderley Lacerda, acompanhado pelo radialista, ex-deputado federal Maurício Rabelo, que tem o projeto de postular novamente uma vaga na Câmara Federal. Se acertada a presença do PRB na coligação governista, Rabelo reforçaria consideravelmente a legenda.
Por fim, Gaguim conversou por um bom tempo com o empresário Getúlio Vargas (PT do B), que disputou as eleições para prefeito de Palmas em 2008, e que anunciou rompimento recente com a União do Tocantins.
Pequenos ou não, cada um destes partidos tem uma importância. Seja pelos nomes que se abrigaram sob suas siglas, seja pelo posicionamento político histórico - caso do PC do B. O que restará de concreto a partir das conversações ocorridas na sexta-feira passada, só será sabido nos próximos dias. Mas onde há fumaça, há fogo. E o que parecia definido, parece que não está tão fechado assim.
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