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Minha Opinião

Domingo, 05 de fevereiro de 2012, 07h46m

Falando em progressões: uma dose de memória, uma conta que não fecha e a noção de que o Estado é para todos

Era governo Marcelo Miranda, quando chegou à Assembléia Legislativa, sem mais nem por quê, sem reivindicação que o precedesse, sem crescimento que o justificasse, aquele polêmico aumento de 25 % para o servidor. De lá para cá, muita coisa aconteceu, mas há algo que não muda: cada categoria busca individualmente o que julga ser seu direito, mas poucos são os que conseguem ter a visão do todo e enxergar além da sua parte.
Roberta Tum 

Não é segredo para ninguém que o Tocantins é um Estado ainda dependente da máquina pública. Governo e prefeituras ainda são os maiores empregadores. Dados divulgados esta semana pela Secom na batalha entre governo e sindicatos para chegarem a um acordo em torno das progressões e seu pagamento mostram um número interessante: 84% dos recursos da folha são empregados com efetivos.

Traduzindo: ainda que haja um grande número de contratados, eles respondem por 16% destes recursos, que prudencialmente, não podem extrapolar nem comprometer mais de 50% da arrecadação do Estado.

Olhando a história recente do Tocantins, a massa de servidores públicos estaduais foi crescendo, se organizando e exigindo o fortalecimento de categorias específicas através de salários e benefícios. E suas conquistas foram chegando à medida que políticos e governantes começaram a perceber a força eleitoral que estas categorias representam. Com esta combinação, algo perigoso começou também a acontecer: aumentos acima do que era prudente, negociações comprometedoras sob o ponto de vista fiscal, uma verdadeira roda viva.

Ninguém quer ficar contra aumentos e benefícios

Voltando ao fatídico aumento dos 25%. Na semana em que ele chegou à Assembléia Legislativa, a bancada de governo comemorou. Discursos inflamados e emocionados foram feitos para registrar a magnanimidade do governador que o concedia. Marcelo Miranda - justiça seja feita - procurou organizar a relação Estado X Servidores com um Plano de Cargos e Salários,construído em parâmetros justos.

Mas a boa intenção não se materializou desta maneira, e deixou consequências. O governador à época havia contratado a Fundação Getúlio Vargas para um estudo, que ao final se transformou na tabela de progressões horizontais e verticais aprovadas e que hoje são cobradas pelos sindicatos por força de lei.

Partiu de uma assessoria ávida em construir o governador amigo do servidor aquele aumento sem quê nem por quê. Naquelas poucas mais de 24 horas em que o aumento chegou e foi votado, apenas uma voz, solitária, se ergueu para desconfiar que havia algo errado no cálculo. Empresário, habituado a acompanhar negociações de um dígito apenas de aumentos e correções, o deputado José Geraldo, do PTB estranhou e deu o alerta. Ficou isolado, como alguém que queria questionar um ato de bondade do governo com o servidor. Outro que teria estranhado, segundo me contou depois, foi o deputado Ângelo Agnolin, também familiarizado com as contas que não fecham.

Não deu outra: o aumento foi concedido, e uma semana depois revogado entre lágrimas e lamentações. Por um simples motivo: não dava para conceder sem comprometer as contas públicas. E por que revivo hoje esta pequena memória? Para ilustrar como as coisas acontecem quando são feitas no afogadilho, sem cálculo, sem projeção, sem imaginar e planejar o que pode vir depois.

A ação dos 25%, encampada pelo deputado Marcelo Lélis, ao lado do servidor público, e que tinha o objetivo de recuperar o direito que havia sido concedido, se arrastou durante mais de dois anos e foi às barras dos tribunais. Um acordo, celebrado depois entre o governo Carlos Gaguim e boa parcela dos servidores resolveu pontualmente a situação. Mas suas consequências ficaram.

Uma conta que aumenta a cada três anos e não acompanha a arrecadação

O fato é que agora, com o crescimento do número de servidores – e a obrigação de fazer concurso determinada pelo STF  – as contas precisam de fato ser muito bem feitas. A tabela de progressões – cuja aplicação é legitimamente cobrada pelos sindicatos representativos dos servidores – é uma coisa escandalosa, e que deve urgentemente ser revista, sob pena de comprometer novas admissões e engessar a máquina pública do Estado.

Tem razão o governo, ao temer realizar concurso e admitir milhares de novos servidores públicos, com as regras atuais de progressões: uma escalada de três em três anos, que lança os salários às alturas (não que não sejam justos, mas se tornam impagáveis) e sem nenhuma trava efetivamente que garanta progressão por mérito, e dentro das condições do patrão – que somos nós, o público pagante de impostos, é bom lembrar – de garantir o pagamento.

Não tiro aqui em momento algum, a razão dos servidores em buscar o pagamento de seus salários, progressões e direitos devidos. Mas existe um processo muito errado e cruel em curso e que precisa ser repensado urgentemente: as tabelas da FGV que se tornaram lei criaram um monstrengo devorador dos recursos destinados a pagamento de pessoal.

E aí para finalizar esta reflexão de domingo, é bom lembrar que o Estado não é feito apenas de e para servidores públicos. Aliás, o conceito é inverso: o servidor público é o servidor do cidadão. Tem que ser bem pago sim, mas não pode perder de vista sua finalidade. Um Estado não pode ser maior que seu povo, nem sacrificar o cidadão anônimo – maioria absoluta – que por não estar atento ou ser tão organizado, deixa de gritar quando avançam sobre seu bolso desta maneira.

O desafio é encontrar o equilíbrio. Sindicatos precisam enxergar além da sua parte e ajudar a garantir o emprego e o salário não apenas para hoje, mas permanentemente. Sem sacrificar o contribuinte e principalmente a massa de excluídos, gente que está abaixo da linha da pobreza, esperando por políticas públicas eficientes que possam retirar deles a marca dos marginalizados. Para estes sim, deve ser a prioridade dos recursos do Estado.

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103 Comentário(s)

  • beline | 14/02/2012 | 15:18
    isso demostra a irresponsabilidade dos governantes, claro que os funcionários merecem. quem não quer aumento nos seus minguados vencimentos .lembram dos policiais militares brigaram por seus direitos e ganharam. fazem cortesia com o chapéu alheio.
  • Mayza Aiala | 13/02/2012 | 10:07
    Qualquer pessoa normal, sem envolvimento de alguma forma com os servidores publicos, que ler esse texto, ele so podera concordar com tudo que diz nele..............Parabens pelas colocacoes e demonstracao dessa piramede que nao se sustenta. Excelente texto, retrata o problema com realismo e de modo geral. Abracos!
  • FRANCISCO VERAS | 10/02/2012 | 10:05
    (continuando) Existe muita coisa nas entrelinhas dessa situação. Minha esposa foi exonerada do estado após anos de serviço na area de saúde, nivel superior, foi bem no concurso mas não chamaram, e sim outras pessoas que ficarem bem além dela na classificação. Chamados pela Pro-Saúde. Estamos apertados, temos filhos, e se o Senhor Dono do Estado tivesse pago minha progressão desde ABRIL2011, conforma DOE, não estariamos nessa situação. E Então, é tão absurda assim a ideia de recebermos???
  • FRANCISCO VERAS | 10/02/2012 | 09:53
    Cara RT, primeiro queria esclarecer uma coisas que pouca gente se ateve, NÃO VAMOS PROGREDIR COM INDICE DE 22% A CADA 3 ANOS, E SIM A CADA 6 ANOS, POIS AS PROGRESSÕES SÃO ALTERNADAS, E A PROGRESSÃO HORIZONTAL É 5%. Outra, estamos reivindicando o que é de direito. Se o governo tivesse pago no tempo devido, não estaria essa confusão toda. Cara RT, tenho seu portal como referência, mas fico triste em ver seu posicionamento frente minha situação como servidor... (continua)
  • VANVAN | 09/02/2012 | 15:36
    quando recebemos esses 22% a cada 3 anos, a inflação já fez usufruiu dele. Governador, eu não lutei para que o senhor voltasse para tirar nossas conquistas e sim para trabalharmos juntos!
  • VANVAN | 09/02/2012 | 15:31
    É, fico imaginando...servidores da Assembléia como por exemplo, auxiliar e assistente administrativo executam atividades diferente das que servidores de outros órgãos exercem?E aí há grande diferença no salário, que também são pagos por todos nós, porém isso não é visto, sem contar outros casos. O problema é que só para o Executivo é que tudo fica oneroso, né? As tabelas têm que ser revista, porém com prudência, pois a toda hora as coisas sobem de preço e os 22% concedidos a cada 3 anos quando
  • Willian Jéssimon de Souza | 08/02/2012 | 17:22
    Embora eu concorde em parte com a sua opinião, tenho que dizer que o principal problema para a folha do Estado, reside no número expressivo de servidores contratados e não apenas nas progressões dos servidores efetivos. Ora, um Estado que não respeita a decisão da Corte maior do país, não só por não realizar concurso, como por não exonerar esse número exagerado de servidores sem concurso, não pode alegar que a folha está inchada. Ajude-nos a acabar com esse mal.
  • tocantinense | 08/02/2012 | 13:24
    Mesmo que tenhamos uma opinião oposta a respeito desse assunto tão polêmico, eu a admiro como jornalista, profissional e formadora de opinião,pois, é muito bom debater com pessoas que entendem e defendem o seu ponto de vista com embasamento. Parabéns pelas matérias diárias e de nos informar sobre as questões que envolvem o Tocantins.Um forte abraço!
  • RENATO SOARES PIRES MELO | 08/02/2012 | 09:55
    Cara Roberta. Entendo que servidores e governo precisam negociar sempre. A relação patrão e empregado é construída ao longo do tempo. É preciso lembrar que não negociamos com governo A ou B, e sim com o governo do Tocantins. Na formulação do PCCS o governo chamou alguns servidores que tinham cargos de diretoria e coordenadores para falar em nome dos servidores, as reuniões eram as portas fechadas e pouco se discutiu com os sindicatos. Quando conseguimos ter acesso aos documentos, foi na véspera
  • ricardo alberto ribeiro | 08/02/2012 | 09:54
    sra roberta,nossos politicos estão acostumados a turvar a administração p justificar a incompetência e corrupção,n é admissivél que um país c a 6 maior economia do mundo tenha IDH,baixissimos,população q viva na miseria c falta de educação.saúde e moradia.isso q deve ser questionado ,cade os impostos q so aumenta e não são revestido à população.procurar culpados pela má distribuicão de renda e mazelas de n estado e pais é fácil.julgar, destituir e prender politicos corruptos q é dificil, n f inj
  • tocantinense | 07/02/2012 | 19:27
    Sem contar com a Educação que tiveram 6 mil contratos e nomeações, sendo que, no começo de 2011 houve a recontratação em Todas as Áreas, só a Pró Saúde criou 2,335, o total de 16 mil contratos temporários, de acordo com pesquisas realizadas pela Defensoria Pública. É um processo cruel ter pessoas que usurpam o lugar dos cadastros de reserva do Estado e os servidores deixarem de receber um direito garantido por lei, que são as progressões.
  • tocantinense | 07/02/2012 | 19:26
    Se a Defensoria Pública protocolou uma reclamação 1317, que se trata de uma liminar, a respeito de tais contratações e o STF, por meio da Corte na Ação Direta de Inconstitucionalidade 4125, considerou que no Tocantins é ilegal a criação dos 35 mil cargos comissionados na Administração, sendo que, foram nomeados na área de Saúde em 2010 e 2011 mais 867 cargos. É prudente afirmar que os 16% não comprometem os 50% da arrecadação no Estado?
  • Algu?m indignado!!! | 07/02/2012 | 16:06
    Isso tudo pra dizer que a tabela do PCSS não é exorbitante... será que um aumento de 32% após 6 anos de trabalho é exorbitante? pois é esse o aumento que a tabela dá... o aumento dos 25% foi uma sorte no meio disso tudo!!! O servidor precisa ser valorizado sim!!!
  • Luciana Ribeiro Cançado | 07/02/2012 | 15:37
    Será que conhecimento tem validade? Acho que dentro do estado tem muita gente boa... com vontade de fazer o seu melhor e não encontra meios de colocá-los em prática! pelo contrário na maioria das vezes encontra obstáculos!!! Temos que desmistificar a imagem de que funcionário público é sinônimo de funcionário fantasma!!! Muitos não são assim!!!
  • Luciana Ribeiro Cançado | 07/02/2012 | 15:29
    Será que em um mês não utilizamos mais os conhecimentos adquiridos? conhecimentos tem validade? Acho que tem muita gente trabalhando para o estado e que faz muito mais do que é pedido... pq faz para melhor atender a população tocantinense e como não consegue apoio dentro do próprio órgão público fica com toda a culpa do mal atendimento!!! Olhar com mais atenção e carinho para estas pessoas.. que trabalham com amor à profissão... seria a solução para os problemas de gestão pública!
  • Luciana Ribeiro Cançado | 07/02/2012 | 15:24
    O PCSS no início só permitia a progressão vertical depois de um curso de especialização de no mínimo 360 horas... agora... "conquista" do sindicato são necessários apenas 80 horas... uma desmotivação para quem estuda e investe na sua formação! eu entrei no estado com uma especialização de 2840hs em hospital, mesmo assim fui lotada na secretaria... mesmo depois de ter conseguido ir para um hospital esse curso não entrou na progressão por eu ter me formado um mês antes de entrar no estado!!! cont
  • Luciana Ribeiro Cançado | 07/02/2012 | 15:18
    Na minha área já fiz inúmeras sugestões para melhorar a logística e diminuir os custos, sou técnica e sei o que digo na minha área! nunca fui ouvida e vejo muitas coisas piorando!! já realizei muitas atividades que envolvia o nome do estado na realização, sem receber ajuda ou um tostão dele... td por meio de patrocínio conseguido pelo meu esforço!!! fiz pq percebi a deficiência de conhecimento técnico dos profissionais no estado. O PCSS é outro instrumento que desmotiva o funcionário público...
  • Luciana Ribeiro Cançado | 07/02/2012 | 15:12
    Sou funcionária pública do estado e fico muito desgostosa quando é dito que não trabalhamos... isso realmente não é verdade... trabalhamos sob condições extremas, sem material e estrutura adequados e suficientes para o bom atendimento da população... especificamente em hospitais... muitas vezes faltam instrumentos para um tratamento adequado dos pacientes... e muitas vezes por falta de boa administração! Por falta de boa vontade dos governantes!!! continua...
  • EDNYLDON ALVES BEZERRA | 07/02/2012 | 14:37
    CARA RT, VOÇE ESTA CERTA EM PARTE,ESTA TABELA DAS PROGRESSÕES TEM QUE SER REVISTA, MAS ELA E OS 25%SERVIRAM PARA REGULARIZAR OS SALARIOS DEFASADOS QUE OS SERV.TINHAM.EM 94 EU GANHAVA 7 SAL.MIN.CHEGUEI A FICAR COM 1,5 QUANDO MM SAIU EU TAVA COM OS 7 QUE ENTREI. ESPERO QUE AS MUDANÇAS VINDOURAS NÃO DERRUBEM A QUALIDADE DE VIDA DOS FUNC. PUBLICOS DO TOCANTINS.
  • Leticia Amorin | 07/02/2012 | 14:09
    Serei breveé O dever de quem deve é pagar!!! Pague as progressões atrasadas e pronto. Em seguida marca uma reunião com os sidicatos e chegue em uma conclusão é isso que deve ser feito.
  • Marcio Neres | 07/02/2012 | 11:28
    tenho pena dos servidores que votaram no Siqueira, mais ainda to torcendo para que os servidores não sofram mais do que já estão sofrendo, que se cumpra pelo menos as promessas de campanhas.
  • Raquel do Nascimento Lima | 07/02/2012 | 10:47
    Socoroooooooooooooooooo! Srs. Representantes classistas se vocês nos ajudarem a preservar o que já ganhamos já está de bom tamanho. Tem banco aí literalmente metendo a mão no bolso, ou melhor, na FOLHA do servidor e ninguém faz nada. Ministério Público, Defensoria pública, por favor, pelo amor de Deus, help. Estelionatários oficializados sob a bandeira de Empréstimos consignados estão estorquindo o servidor público. DOCUMENTOS e telefones de outras vítimas à disposição destas Instituições.
  • Marcio Topolski | 07/02/2012 | 10:37
    Só sei que eu quero receber minha progressão agora. O pessoal de 1994 e 2000 ja receberam a deles. O pessoal de 2005, que é o meu caso, estão com o salário bem defasado em relação aos servidores de 2000. O pessoal de 2000 estão ganhando 48% a mais que os servidores de 2005. Pode ser que depois que o Estado pagar as progressões devidas aos servidores de 2005, seja revisada a tabela do PCCS, alterando o % de aumento. O que não pode acontecer é uns servidores serem beneficiados e outros não.
  • Zé Alguem | 07/02/2012 | 10:17
    Concordo q os índices das progressões t q c revistas mais as q estão vencindas tem q c pagas c valores atuais. C índices q estavam valendo na data do vencimento!!! O QG tem um número muito elevado de funcionários e qualquer aumento gera impacto consideral na folha, p isso tudo é mais difícil p o pessoal do QG! Mais é muita injustiça outras cadegorias terem aumentos de 150%, 100%, 28% etc. e outros não! O certo seria dos as categores terem os mesmo aumentos, ñ o mesmo salário!
  • Zé Alguem | 07/02/2012 | 09:59
    Para está aptor a progressão vertical existe critérios bem definidos q o servidor precisa preencher! tem 3 avaliações de desempenho, cursos relacionado c a área de atuação c número de horas exigidos etc... Todas as outras categorias de tem um salário melhor tiveram q reinvidicar, inclusive com greve, qts e qts grever os auditores já fizeram, os policiais civis e militares, o pessoal da justiça... Todos eles são merecedores pq correram atrás dos seus direito. Será q o QG n tem esse direito!
  • Fábio | 07/02/2012 | 09:31
    Como diz uma amiga minha: - Minha cara aguenta mesmo. Além de não pagar as progressoes, coloca uma campanha na tv e em varios meios de comunicação, até mesmo aqui neste site, se fazendo de bonzinho, se deu aumento, nao fez mais q a obrigação e mesmo assim com atraso. Querem enganar a população mostrando uma imagem que nao é a realidade, servidor valorizado, é até engraçado ouvir isso. No meu caso ta atrazado desde maio e ainda diz na tv q pagou as progressoes atrazadas.
  • SILVIA FELICIANA | 07/02/2012 | 09:07
    Querida Roberta Tum, se o aumento de 25% é tão exorbitante assim e o governador tem dificuldades em pagar, porque então ele publicou no diário oficial de 20 de junho de 2011, as progressões de 2008,2009 mentindo que estas seriam pagas ainda na folha de junho, se não queria ser cobrado era só não publicar.Ele mesmo se sujou com suas mentiras.
  • Roberta Tum | 07/02/2012 | 09:06

    Prezados comentaristas,

    Não vou perder tempo tentando responder os emocionados defensores da causa própria, que se tornam agressivos ao terem seus interesses contrariados. Quem leu o artigo entendeu: as progressões sào direito adquirido e devem ser pagas, mas esta tabela é absurda, onerosa, inaceitável e precisa ser revista com urgência.

    Servidores, ainda que contribuintes, não se pagam, são pagos pela esmagadora maioria dos sem voz. É a estes que defendo e não o Palácio, que tem seus interlocutores.

    Obrigada aos que debatem em alto nível.

  • HIRAN BATISTA JUNIOR | 07/02/2012 | 07:52
    Concordo em parte com vc, cara jornalista, o aumento de 25% teve um quê de irresponsabilidade, embora aprovado macissamemte e com entusiasmo pelos deputados siqueiristas, inclusive Marcello Lellis. Outro senão é com relação às promessas feitas pelo candidato Siqueirido no setor, mesmo tendo conhecimento do aumento dos 25% apoiado por seus companheiros. Agora não adianta o Siqueirão estrebuchar, foi um tiro no pé e que pagará a conta são todos os tocantinenses e não só os funcionários público
  • Adriane de Andrade | 06/02/2012 | 23:11
    Realmente é muito mais fácil colocar a culpa em outras pessoas do que tentar resolver o problema. Cara Roberta, desculpe-me mas seus comentários são no mínimo tendenciosos e querer colocar parte da culpa no servidor público, ah! faça-me o favor...
  • Alecsandre Alves Oliveira | 06/02/2012 | 22:46
    Boa noite cara Roberta Tum, li seu artigo, como sempre faço, como colega de profissão adimiro a sua percepção e da maneira como expõe sua opiniões.Li vários cometários concordo plenamente com alguns, outros em parte e outros não merecerem nem ser citados, mias como vivemo em plena liberdade de expressão respeito.Quando você fala que o estado precisa ter condições de investir em Políticas Publicas para tirar milhares da exclusão,concordo.Mais o Estado não cumpri o princípio da publicisar os ato
  • Fã de Siqueira | 06/02/2012 | 21:53
    Quem estiver insatisfeito que peça pra sair!É merecido de todos os brasileiros terem salários dignos, agora aproveitar de tal situação,e ficar com politicagem para terem proveito próprio, isso é inadimiscível, muitos desses funcionários públicos só olham pro seu próprio umbimgo, são incapazes de percebem algo além disso, e na maioria das vezes prestam um serviço péssimo onde muitos sofrem as consequencias as vezes com a própria vida por muitas vezes por má vontade e indolência.
  • Gilsomar | 06/02/2012 | 21:23
    Senhora Aucilene de Paula, se você acha que o salário dos defensores, procuradores e auditores fiscal é alto, então vai estudar e se preparar para o próximo concurso como fizemos, estudando anos e anos, 8 horas por dia pra passar num concurso com salário dessa magnitude e deixa de choramingar! Seu salário nunca vai ser igual a estes porque você fez concurso pra um cargo inferior por incompetência ou falta de dedicação. Portanto se contente com o seu e ponto final!
  • Marcus | 06/02/2012 | 21:00
    Vejam quanto ganha um auxiliar administrativo, no judiciário, legislativo e no executivo,façam a comparação ...
  • Aucilene de Paula | 06/02/2012 | 20:24
    O Governo deveria dar 1 posicionamento da contra proposta da categoria ,em relação ao indice de reajuste das progressões atrasadas, se não concorda, tudo bem, faz uma reunião com os Sindicatos e da mesma forma que chegou-se a um concenso sobre a data base , faz-se o mesmo com relação as progressões, mas não utilizando esta politica mesquinha e ridicula do "SILÊNCIO" , mas esta é a marca do desgoverno "Siquerido" "PROMESSA É DIVIDA CUMPRA A LEI "SIQUERIDO" PAGUE NOSSAS PROGRESSÕES ATRASADAS!!!
  • Aucilene de Paula | 06/02/2012 | 19:24
    Prezada RT, esta conta nunca ira fechar!!!mas não é culpa de nós servidores efetivos nem muito menos , referentes ao reajuste das nossas progressões( acho q tem que reduzir o índice de reajuste),é muito simples de se explicar , é só atentarmos p o elevado nº de FC'S/DAS'S/CPC'S sem contar com o grande numero de contratos e os estratosfericos salarios dos defensores,AFRE'S,Secretários e subsecretários , Presidentes de Autarquias , enfim... não tem Estado que suporte uma despesa de tal magnitude
  • Aucilene de Paula | 06/02/2012 | 18:39
    Muito oportuno e coerente o comentário do Sr. João Batista dos Santos, em 1º lugar o Governo tem que pagar o que nos deve , as nossas progressões atrasadas que no meu caso desde março /11, ai sim, deve fazer uma reunião com os Sindicatos para discutir /negociar uma redução gradual do índice de reajuste para as próximas progressões.Sr. "siquerido", cumpra a lei e pague as nossas progressões atrasadas!!!
  • Rodrigo | 06/02/2012 | 18:10
    Até que enfim um comentário LÚCIDO sobre este aumento abusivo aos Funcionários Públicos. O aumento é um direito SIM, mas a cada 3 meses no patamar de 25%? Isso é abusivo pois nada e em nenhum lugar do mundo tem um aumento tão expressivo em tão pouco tempo. PARABÉNS ROBERTA!!
  • Ricardo | 06/02/2012 | 16:38
    Parabéns ROBERTA disse tudo que eu sempre pensei. Até quando o Estado vai ser o maior empregador do Estado??? Sigam o exemplo de Araguaína e tornem-se mais independentes do poder público. O Governo tem que investir na infraestrutura do Estado.
  • Maria | 06/02/2012 | 16:18
    Em capanha política o nosso governador disse que manteria todas as conquistas do funcionalismo e que melhoria ainda nais... E eu acreditei...
  • Maria | 06/02/2012 | 14:55
    E aí Marcelo Lélis? Você também é culpado por quebrar o Estado.kkkk. Conta outra minha gente, essa é velha demais... Nos municípios vereadores e cabos eleitorais andam trocando há muito trocam voto por emprego... Acho que está na hora de se respeitar mais os servidores, de não menosprezar a capacidade de dicernimento do povo tocantinense.
  • Maria | 06/02/2012 | 14:41
    Como podemos nos sacrificar ainda mais enquanto funcionários, especialmente do baixo escalão(que realmente trabalha) enquanto vemos salários cada vez maiores para os chefes(ai deles não fosse nós), vemos a "justiça" se esbaldar em dinheiro, chegando, alguns deles, a receber até mais de meio milhão em um mês, vemos diariamente a roubalheira que assola esse país em todas as esferas de poder, vemos políticos trocando votos por emprego... É, realmente, o contribuinte não aguenta mais...
  • Marcio | 06/02/2012 | 14:25
    Não tem dificuldade nenhuma nessa conta. É só cumprir o que diz a Constituição e o seu Guardião, o STF, e trocar a mão de obra ilegal pela legal. E, quanto a carreira, que ninguém se meta. É direito conquistado !!!
  • ODÉCIO SILVA COSTA | 06/02/2012 | 13:47
    Roberta, você tocou na ferida de nosso Estado, o funcionalismo público e eu pensei que fosse a saúde. rsrs. Vejo abaixo um monte de func púb indignados com vc com relação ao tema abordado. São um bando de hipócritas, pois eles sabem que estes aumentos concedidos tiveram o fim eleitoreiro. E com relação aos 25% concedidos e depois retirados, foi malandragem do Marcelo Miranda, ele tinha apenas a intenção de tumutuar. O MM e o Gaguim foram dois inresponsáveis. Deve-se ver o que realmente é justo.
  • roberto siqueira maldonado | 06/02/2012 | 12:12
    E APENAS A PONTA DO ICEBERG.VOCE NAO SABE O QUE E VIDA DE FUNCIONARIO PUBLICO.MAL PAGO E MAL REMUNERADO E PERSEGUIDO.CHEFE DEMAIS E CAPACIDADE DE MENOS.O SIQUEIRA E MAL E VINGATIVO E O ESTADO ANDA A PASSOS DE TARTARUGA MAS A MENTE E DE COIOTE.
  • Rosilda Ribeiro | 06/02/2012 | 12:00
    PALAVRAS MAIS QUE FIÉIS AO QUE REALMENTE ESTÁ ACONTECENDO COM ESSE ENGODO QUE FOI DEIXADO POR MARCELO MIRANDA E GAGUIM. NÃO ACHO QUE O SEU TEXTO SEJA ELEITOREIRO COMO ALGUNS DIZEM. A VERDADE É QUE AGORA OS SERVIDORES QUEREM AQUILO QUE É LEGAL. MAS SABE DE UMA COISA, PENSO EU QUE ESSES DESMIOLADOS GESTORES ANTERIORES DEVERIAM IR PARA CADEIA.
  • Silvia Barros | 06/02/2012 | 10:46
    (continuação)existe uma caso desses na coletoria de Fátima( agência de atendimento da SEFAZ) a funcionária tem formação em pedagogia e está lotada na SEFAZ como contrato, com salário de 2.700,00(nível superior), pedagogia não tem nada a ver com a SEFAZ(secretaria da fazenda). Então o governo tem que fazer seus cálculos de forma correta também e não somente criticar os governos anteriores. Por que não enxuga a máquina estatal exonerando os contratos? Ilegal é onerar a folha com contratos.
  • nilton nonato da costa gomes | 06/02/2012 | 10:42
    nosso estado tem avansar muito.....pois ainda dependemos da maquina publica..e isto mostra que o governo não tem invetido no setor industrial.Esta realidade tem que mudar.
  • Silvia Barros | 06/02/2012 | 10:37
    Cara jornalista Roberta Tum, a questão das progressões é muito mais complexa e falta transparência nas contas do governo para justificar o não pagamento das mesmas. Você se lembra que quando o atual governo assumiu ele concedeu reajuste nos vencimentos dos contratados? Ele disse à época que os salários desse pessoal estava defasado. - Outra questão: algumas pessoas que trabalhavam contratadas como nível médio foram demitidas e recontratadas com salário de nível superior sem necessidade(continua)
  • João de Deus | 06/02/2012 | 10:35
    Não vou ser muito grosso desta vez! Uma matéria tão absurda como esta. Puramente eleitoreira. Deixo apenas uma pergunta: pq a Roberta Tum não falou dos aumentos do primeiro escalão feito pelo Siquerido? Ahhh num pode né! kkkk Vergonha essa matéria Roberta, me polpe! Mas bem feito pro Func. Público que votoy nesse câncer pro TO. se deram mal!!!
  • MARCUS BARBOSA PINTO | 06/02/2012 | 10:30
    Roberta! O problema das progressões existe e deve ser debatido. No meu entendimento, falta administração, transparência, comunicação, isonomia e vontade política para buscar uma solução viável que se não agradar a todos, satisfaça a necessidade da maioria.
  • MARCUS BARBOSA PINTO | 06/02/2012 | 10:29
    Infelizmente temos uma distorção de valores, onde é mais importante apontar culpados a resolver o problema. Sabemos que o sindicato estava aberto a negociar mas o governo apenas iniciou e não atendeu as demais tentativas de acordo. Sobre a "categoria busca individualmente o que julga ser seu direito", tenho conhecimento que apenas o local de lotação do servidor (do mesmo quadro e com as mesmas atribuições) "garante" uma série de benefícios adicionais(auxílios, gratificações e produtividade).
  • ricardo alberto ribeiro | 06/02/2012 | 10:24
    sra roberta, acho tendecioso oseu comentario,é preciso que se tenha dados concretos da situação do estado,a economia do estado não estagnou, ao contrário vem crescendo a cada ano,e não e o dinheiro da flh de pagamento e que atrapalha os investimentos.o direito do servidor t q se pago sim a gestão do governo e que tem q ser seria,enquanto se cria estado de calamidade p se contratar empresas s licitaçao a administraçao se torna turva.O govern n precisa usar o gast c sálarios p justificar s inercia
  • Paulo Pereira | 06/02/2012 | 10:02
    Mais um comentário da Roberta merecedora de aplausos, o nosso estado está entre os maiores salários para servidores do país, os PMs da Bahia estão amotinados por uma melhoria salarial que hoje è quase a metade do piso pago aquí. Soube extra oficialmente que a proposta do governo foi muito boa, porém arriscada, nem assim houve acordo, já disso e repito do lado dos trabalhadores ainda predomina o amadorismo, partidarismo e ações sociais não inerentes ao sindicalismo de resultados, reciclagem já!!!
  • IN TOCANTINS | 06/02/2012 | 09:47
    O Elias é uma pessoa de bom senso, qto as excusas, nao precisa. Qto as posições da jornalista em relação ao seus bons olhos para com o PA, já discutimos aqui algumas vezes e acredito q ela continuará olhando com os mesmos olhos imparciais, que seus fieis admiradores reverenciam. Mas reconheço o espirito democrático da jornalista qto a oportunizar nossas falas ainda q destoantes de seu imparcial pensamento.
  • Tenente Coronel Corsini | 06/02/2012 | 09:18
    Querida Roberta Tum, não devemos esquecer que os servidores públicos também são contribuintes. São eles o combustível que movimenta esta máquina chamado Estado. A progressão é uma tendência em todos os Estados Brasileiro, é uma forma de compensar o servidor pelo seu empenho, pela sua dedicação e responsabilidade para com o Estado. Governos vêm e vão, mas os servidores continuam a alavancar o desenvolvimento com seriedade, bem como, preocupados com a forma de conduzir o avanço Estatal.
  • João da Cruz Neves da Conceição | 06/02/2012 | 08:03
    Gostaria que o Estado voltasse a ter recursos para beneficiar toda a população e executar grandes obras de infra-estrutura e não gastar tudo que arrecada para pagar o salário de uma minoria da população. será que os ex-gov. M. Miranda e Gaguim dormem em paz depois de terem quebrado o Estado somente pensando em seus projetos politicos-eleitorais?
  • Paulo Hernany de Araujo | 06/02/2012 | 07:37
    Se houve má fé dos poliicos que implantaram estas vantagens aos servidores,prova-se a incompetencia dos nossos politicos,mais daí apregoar que o Estado não tem condções de honrar tal compromisso é uma grande mentira,condições tem sim,basta ter boa vontade,ou estão,deixando para mais perto das eleições,pois se concedendo agora o povo esquece,e não rende votos para a situação,não é isto,situação?A coisa esta feia.
  • Fábio | 06/02/2012 | 00:48
    Em epoca de campanha, como era oportuno, um tal metido a apoiador das causas justas (Lelis) apoiou os servidores sobre os 25%, mas e agora deputado? esqueceu? o que aconteceu? a causa agora nao lhe convém né. mas é assim mesmo, o povo tem a liderança q merece,
  • New | 06/02/2012 | 00:42
    Tem muita coisa errada, servidor público é cidadão, paga impostos, cujos valores tem sido reajustados diversas vezes durante os anos e em contrapartida o salário não. Eu paro e me pergunto qual o motivo do salário desses políticos serem tão altos, não faz sentido o brasileiro ficar quieto e deixar passar, parece que o Brasil não é dos brasileiros mas sim de ladrões que não querem esse país desenvolvido, que insistem em fazer tudo errado, pensarem somente no seu e não no coletivo.
  • celio | 06/02/2012 | 00:30
    A Secad e o Governo estão descumprindo a Lei e devem responder por descumprimento de ordem judicial, o Governador e o Secretário de Admnistraçao devem ser presos,SÃO BRINCANTES, todos sabemos da necessidade do concurso público em todas as áreas,AÍ tentam tapar o sol com a peneira, esses 84% são mais falsos do que as promessas de CAMPANHA: Abaixar o PREÇO da GASOLINA e da ENERGIA, ELÉTRICA ,ROBERTA ESS É DOS PIORES GOVERNOS ,NÃO DEBITE O PREJUÍZO DO SUBDESENVOLVIMENTO NA CONTA DOSERVIDOR PÚBLICO
  • celio | 06/02/2012 | 00:15
    Cara ROBERTA TUM...Por favor, Não jogue a inéficácia, as mazelas e o céu cinzento e as nuvens negras do ATUAL GOVERNO nas costas dos funcionários, Não acredito ROBERTA, que nessa altura do campeonato, com o prazo do STF para realizar concurso já tendo feito aniversário vir com essa conversinha pra BOI dormir de ''LIMITE PRUDENCIAL'', aí já é demais.Essa era de mentira tem que acabar,até as licitaçoes viraram motivo de piada,Secretaria de Planejamento e Modernização???incompetencia+números falsos
  • Cláudio Carvalho Bento | 05/02/2012 | 22:36
    Não entendo. Não a verba para pagar a data base dos professores por exemplo, mas há verba pra premiar. Como assim? Que matemática é essa?
  • marcia | 05/02/2012 | 22:28
    continuação. O governador gasta muito com a pró saúde e não estamos vendo nenhuma melhora nos hospitais; tudo continua na mesma, com exceção da desvalorização dos concursados dentro dos hospitais. A impressão que dá, é que eles querem ficar só com os contratos realizados por ele e assim poder pagar o salário que lhes convém, sem precisar dar explicações, qdo se compara o salário do concursado e do contratado. Dessa forma, o siquerido consegue, mais uma vez, fazer de gato e sapato, o concursado
  • marcia | 05/02/2012 | 22:20
    Concordo c/ vc, Roberta, mas em parte. O governo tem q/ pagar o que deve. O servidor tem direito por lei a progressão e no vr que tá na lei do PCCS. Depois q/ ele pagar, então o governo poderá discutir c/ os sindicatos os novos índices para as próximas progressões. Eu nunca ouvi falar q/ se progrida verticalmente com cursos q/ não sejam de pós grad., mest, dout, etc. Esse PCCS tem muito a ser arrumado. Outra coisa errada, s/ médicos receberem insal. baseado no sal deles e o restante, do < PCCS
  • EDILSON SILVA AMORIM | 05/02/2012 | 22:12
    CARA ROBERTA TUN.FAÇO USO DAS PALAVRA DO SR. SIQUERIDO, SE NAO ROUBAR DAR. COM MARCELO E GAGUIN DAVA E A ARECADAÇAO AUMENTOU. O PROBLEMA Q SR. SIGUERIDO TEM DUAS CAMPANHAS NAS COSTAS PARA TIRAR DE VOLTA E COM CERTEZA CORRE CONTRA O TEMPO PQ SO RESTA 03 ANOS.
  • José Delves do Carmo | 05/02/2012 | 21:16
    Retificando o nome a que me referi no outro comentário: não é Zé, mas João. João Batista dos Santos. Zé sou eu.
  • José Delves do Carmo | 05/02/2012 | 21:12
    A primeira vez que concordo com o Sr. João Batista. Com efeito: MM nunca deixou de pagar progressões. Em compensação o Estado como um todo, em qualquer área, se retraiu assustadoramente. Tal da ação e reação, proclamada por Newton. Seu Zé na época, já que enfim se declara servidor, deitava e rolava. E a plebe ignara ralando que nem gente grande. É a volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar.
  • josé honório justus | 05/02/2012 | 21:08
    Enquanto isso, o Siqueirido já botou a sua propaganda de bonzinho na mídia. Dizendo que deu promoções, progressões e muito mais aos funcionários públicos. Ei! Vocês lembram-se do siqueirido, ele voltou.
  • JOSELITO DA PAZ OLIVEIRA | 05/02/2012 | 19:15
    Sou servidor público há 18 anos. Resido aqui há exatos 24 anos. Me dediquei e dedico ao público como se usuário fosse. Obviamente, já estou no final de progressões. Acho que merecido. Tem que existir um estímulo para que eu continue melhorando e estudando para atender melhor às pessoas. Um aumento real pelo tempo de serviço, notas de avaliações, etc. Mas, até eu concordo que aumentos de 22,5 % a cada 3 anos não existem em nenhum lugar do mundo. Precisa ser revisto. Senão, falta no futuro.
  • papai noel | 05/02/2012 | 19:05
    Uma sessão extraordinária que os deputados usam para receber hora extra pagam toda a folha salarial da minha repartição, acredito que seja mais preocupante do que as processões e mais oneroso
  • João Batista dos Santos | 05/02/2012 | 18:04
    Continuação, O governo falou tão mal do GAGUIM quando ele promoveu 50% da PM e ele não fez diferente, promoveu os outros 50% então o governo não sabe o que diz, agora quer colocar culpa somente nas progressões os aumentos para a PM foram de forma assustador e a criminalidade aumentou assustadoramente, o governo tem que apenas cumprir a lei, ou se não concorda pague o que deve e negocie para os proximos anos isso seria mais sensato.
  • João Batista dos Santos | 05/02/2012 | 18:01
    Acho coerente o governo pagar todas as progressões que estão atrasadas e sentar com os sindicatos e discutir uma porcentagem que seja justa, na campanha ele dizia que se não roubar dá, então o que tem sido feito com o dinheiro público, o estado está parado, quem está faturando bem como isso é a pró saúde e a administradora dos presídios, que por sinal a empresa foi criada somente para isso, é evidente que quanto menos dinheiro pagar de salário para os servidores, menos dinheiro irá sobrar,
  • João Batista dos Santos | 05/02/2012 | 17:57
    Engraçado ROBERTA, todo o dinheiro que é pago aos servidores acaba voltando para o bolso do próprio governo através de imposto e investimentos que os servidores fazem, marcelo miranda em 08 anos nunca deixou de pagar sequer uma progressão, agora o governo fala que aumentou a arrecadação e diz que não tem dinheiro para pagar, concordo que diminua os percentuais das progressões, porem o direito adquirido ele tem que pagar, estou com progressão vencida desde de março de 2011,continua.
  • Ronaldo | 05/02/2012 | 17:54
    Pagamento de direitos a servidores concursados e de carreira não é injusto. Injustas são, por exemplo, as nomeações de assessores no Governo, entre eles estão muitos jornalistas (assessores de imprensa), que só divulgam a conveniência. É preciso refletir!
  • ELIAS MENDES CARVALHO | 05/02/2012 | 17:47
    Cara Roberta. Antecipadamente, peço desculpas. Mas, desta vez, você foi "palaciana" demais. Quem, como eu, decorou a tabuada, aprendeu as regras de porcentagem, juros, regra de tres, razão e proporção, não é infantil para acreditar na falácia do Governo de que 84% da folha de pagamento é gasta com os efetivos. Pergunto: Quantos são os servidores públicos do Tocantins? Se entre contratos temporários e comissionados são quase 20 mil. Governador mostre o nº real de servidores. Estamos de olho.
  • papai noel | 05/02/2012 | 16:56
    O QUE QUEBRA O ESTADO Ñ É AS PROCESSÕES TÃO MERECIDA DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS QUE SÃO HERÓIS, GANHAM MAL E TEM SUA PROGRESSÕES QUESTIONÁVEIS, MAIS SIM A CORRUPÇÃO QUE É O RALO DO ERÁRIO PÚBLICO, OS GOVERNANTES DE PAÍSES DE 1º MUNDO COMO OS EUA A ITÁLIA A ALEMANHA GASTA 90% A MENOS COM OS TRÊS PODERES EM RELAÇÃO AO BRASIL QUE É SUBDESENVOLVIDO A MAIORIA DE POPULAÇÃO PASSA FOME, Ñ TEM ESCOLAS E MORRE COM A VIOLÊNCIA, É ISSO QUE ME DEIXA INCRÉDULO, Ñ A PROCESSÃO MAIS DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS.
  • papai noel | 05/02/2012 | 16:43
    É muito fácil quem está de fora criticar disser quem esta certo ou errado os salários dos profissionais do Tocantins comparado com estados com Goiás e minas gerais são vergonhoso tem categoria que quando menos da metade aqui no Tocantins, se o estado esta realmente preocupado com os recursos financeiro por que contratou a pró saúde a preço de ouro? Os servidores levam 6 anos para ter uma progressão de 22% e ate hj os novos concursados da saúde ñ receberão os tão falados(contestado)25%
  • Cético convicto | 05/02/2012 | 16:25
    cont. Sr.Zé Ninguém: Nenhum PM promovido tinha menos de 5 anos de efetivo serviço, e entre esses havia soldados com mais de 15 anos de serviço, sem promoções anteriores; também houve nessas promoções "os q ñ foram", ou seja, que deveriam ser promovidos,os sem padrinhos-ex: sargentos com mais de 20 anos de serviçocom 3 mais de anos na graduação, com curso de formação de 09 meses em sala de aula e não foram promovidos. Outros com menos de 2 anos q foram promovidos sem qualificações previstas/Lei.
  • Cético convicto | 05/02/2012 | 16:15
    Zé Alguém! que deveria ser Zé Ninguém!Suas "lamúrias" são válidas, no entanto não busque ou justifique seus direitos de progressão ou aumentos salarias atirando pra todos os lados. Amigo seus argumentos por sí só são legítimos,no entanto comente do que não tem conhecimento de causa. Veja só um exemplo: " realmente ocorreram promoções na PM durante a era Marcelista, Gaguista e a Siqueirística. Restaram apenas 17 soldados no estado. No entanto, na PM nem tudo são flores. continua...
  • Darcy Pereira da Costa | 05/02/2012 | 15:00
    Quando alguem faz comentários sobre promoções de PMs, a maioria não sabe da realidade da PMTO, principalmente sobre sobre os ciclos das praças, porque na gestão do Gov. Gaguim, tina muitos soldados que faltavam 02 (dois) meses para completarem 20 (vinte) anos na mesma graduação ou seja como soldados, já na gestão do atual governo, houve promoção de soldado com menos de 04 (quato) anos de serviço,no entanto, precisa~se que seja criado um PCCS na PMTO para que coisas como essa não aconteça mais.
  • Délio Amora | 05/02/2012 | 14:54
    Em 1º lugar o plano de carreiras foi feito num momento em que o servidor estava com o salario no fundo do poço achatado pelo governo que saiu em 2002. tinha o objetivo de recompor as perdas dos ultimos 8 anos, o aumento de 25% foi elaborado pela SECAD sem a analise financeira da SEFAZ, o governo da epoca autorizou porque foi mau assessorado pela SECAD que não observou o impacto na folha, agora passado os anos e recomposto as defasagens é justo que as progressões venham para o patamar das outras
  • aires lucio trindade de carvalho | 05/02/2012 | 14:23
    O direito de quem deve é pagar. Dona Roberta tum é so tirar o dinheiro das maracutaias do governo principalmente em ano de eleição que sobra dinheiro, não para aumentar mas cumprir o que a lei determina.
  • mjmn | 05/02/2012 | 14:17
    Cara Roberta Tum quem aprovou o PCCR nao foram os servido- res e sim o governo, e foi em cima de estudos feitos pela FGV, e quando o atual GOVERNADOR veio a publico em carta aberta aos servidores se comprometer a manter as conquistas e amplia-las ele deveria saber quais eram os indices de reajustes, e depois de eleito mudar o discurso isso e ridiculo, e além disso reclamar de limite prudencial apos ter aumentado o salario dos secretarios e diretores é um pouco dificil de aceitar.
  • Gilsomar | 05/02/2012 | 14:04
    Ainda que a matéria tenha algumas verdades, parece-me puramente política eleitoreira!
  • papai noel | 05/02/2012 | 13:02
    OK. MAIS VARIAS COISAS TEM QUE SER PONTUADA: QUANTO CUSTA PARA OS COFRES PÚBLICOS O LEGISLATIVO E O EXECUTIVO? E QUANTOS AUMENTOS ELES TIVERAM? QUAL É MAIS ONEROSO O LEGISLATIVO E EXECUTIVO OU OS SERVIDORES PÚBLICOS? DOIS PESOS DUAS MEDIDAS O AUMENTO DE 25% VEIO APÓS INÚMEROS ANOS SEM AUMENTO E NEM TODOS RECEBERAM, UM EXEMPLO É OS NOVO S CONCURSADOS DA SAÚDE QUE RECEBEM SALÁRIOS INFERIORES AOS ANTIGOS ALGO QUE E INCONSTITUCIONAL A RESPEITO DO FUNCIONALISMO PÚBLICO TEM QUE SER 100% CONCURSADO.
  • ROBERTO CALU | 05/02/2012 | 12:18
    Parabéns!!! Para o Gov. Siq. tem que pensar bem mesmo, esses aumentos está acabando com o estado, o Tocantins não é só de servidores, precisamos obras, investimentos, esses servidores tem que pensar que assim que todos tem que se sacrificar para que o Estado cresça, daí melhores salários, do jeito que está já o Estado começará atrasar salários aí eu quero ver, Gov. ninguém aguenta mais tanta fiscalização e multas pra fazer caixa para pagar servidores,seja prudente gov. o senhor é competente
  • Naldo Antonio Ribeiro | 05/02/2012 | 11:16
    Gostaria muito que o Dep. Marcelo Lelis defendendece os direitos dos servidores públicos. Quando era oposição era tão empenhado. POUCA VERGONHA.
  • FRANCISCO CAMPOS | 05/02/2012 | 11:12
    Roberta, acho que voce não se inteirou efetivamento da situação. Quando se fala de 84% da folha ser de efetivos não pode pensar que tudo isso é destinado a servidores do quadro geral e saude, que sçao as carreirass que possuem progressoes maiores, porem salarios muito menores. Quem destroi a folha são defensores ganhado 14.000, fisco 18.000 tenentes ganahando 7500, enquanto um contador recebe 2.300,00, basta ler o Diario oficial e conferir
  • Assis_espindola | 05/02/2012 | 11:10
    Bom, antes de mais nada, quero dizer que acho alguns posicionamentos seus muito interessantes e também centrados. No entanto, é preciso ver segmentos que estão sempre acima dos demais, resta saber por quê? Não entendo porque um deputado, por exemplo, tem um salário tão alto. Por que o trabaalaho dele é mais importante que o de um professor ou de um médico? Se o governo começasse a olhar para a população ao invés do próprio bolso, a máquina não ficaria inchada com esses aumentos de R$300,00.
  • LUCAS GUARAÍ | 05/02/2012 | 11:05
    Sr. Zé Alguém seu inconformismo é grande e o sitema não vai lhe atender. Por favor se DEMITA e procure outra função honrosa.
  • Anti Corrupto | 05/02/2012 | 11:00
    O sr. Ze Alguem esta corretissimo. Ate hoje eu me pergunto: Pq cargas d'agua o governo paga quase 260 milhoes para pro-saude, cede os funcionarios, e coisa continua do mesmo jeito? O estado tambem nao precisa de tantos funcionarios, é so trabalhar com os que tem. Mas mesmo assim, gostei da defesa enfatica dispensada ao governo.
  • Roberto Rodrigues Machado | 05/02/2012 | 10:52
    Pelo que percebo, estão querendo CRUCIFICAR o Servidor Público! Mas lembrem, o Servidor Público também e Cidadão e Contribuinte.
  • AVELARDO PEREIRA DE BARROS | 05/02/2012 | 10:48
    Concordo parcialmente com seus comentários Roberta, a análise não deve ser feita por este ponto de vista, pois a administração Publica possui suas secretarias, cada uma deveria sim conseguir pagar seus servidores,pois os recursos são depositados mensalmente, basta conferir no site da transparência brasil. È Simples, o fato das progressões estarem atrasadas não nos tira o direito de cobrar junto aos sindicatos uma solução, basta que o próprio governo negocie como pagar. A inércia não é solucão.
  • Aucilene de Paula | 05/02/2012 | 10:34
    Apesar de sermos penalizados pois fomos reposicionados para o final da tabela do PCCR , ao inves do reajuste dos 25% serem aplicados na tabela , e nos mantermos na mesma classe/referencia, eu concordei com o reajuste proposto pelo governo de 10,5% na vertical , no entanto, um grupo de colegas servidores pensando apenas em si mesmos, rejeitaram tais propostas , pois eu prefiro 10,5% de reajuste do que nada!!!
  • Aucilene de Paula | 05/02/2012 | 10:13
    Cara RT, muito coerente e sensato o seu comentário, sou a favor de uma redução progressiva do índice de reajuste para as progressões , mas, no entanto, voce se esqueceu de quem esta no fim da tabela do PCCR, como eu,fomos prejudicados , pois os 25% nos reposicionou para o final da tabela , pois teria que aplicar tal indice na tabela e mantermos na mesma classe /referencia ,portanto, teriamos o direito ainda nesta progressão ao rejuste de 22%, ai sim ,ao criar a nova tabela aplicaria tal redução.
  • Cidadão | 05/02/2012 | 10:13
    Roberta Tum, Não me venha com esses comentários indulgentes a favor do governo. O funcionário público também paga seus impostos e que vende a sua força de trabalho para o Estado, para em contrapartida ser bem pago (é o que se espera). O funcionário público não é culpado e não será culpado pelas mazelas do Estado. Pelo contrario, ele mesmo é vitima das políticas partidárias irresponsáveis que somente visam à melhoria dos seus grupos políticos, usando servidor e o povo como massa de manobra. Muitos sabem que estes expedientes de controle de gastos são meios de capitalização para que possam se perpetuar nos seus cargos e em consequência o servidor e o povo é que pagam caro por isso.
  • Nivaldo Sampaio Pedrosa | 05/02/2012 | 09:31
    Comentários sensatos e coerentes. Os sindicatos representam as decisões, em assembléia, dos respectivos servidores. É preciso direcionar, em forma de contribuição, os alertas para os servidores,no sentido de deixarem as questões pessoais de pequenos grupos e pensarem no coletivo. Assim, as assertivas seriam mais inteligentes.
  • Sergio Vila | 05/02/2012 | 09:28
    Parabéns!!! reflexão mais coerente de todas que tenho lido nos últimos anos em nosso estado, a mais pura verdade, políticos que agora sim, deveriam pagar a conta,que aprovaram para ganhar votos e se reelegerem, nunca pensando no futuro de nosso estado e da responsabilidae que tem com o dinheiro público. Situação difícil para qualquer governo ou gestor...foi aprovado e é legítimo,agora quem paga a conta?? é quem paga impostos...dura realidade...eh!! Tocantins de POLÍTICOS !!!mega inteligentes.
  • Zé Alguem | 05/02/2012 | 09:08
    Ou será q estou errado Roberta Tum! Quem já recebeu 2 progressões ou mais, já estão com um salário razoavel, agora quem não recebeu nenhuma vai sempre ficar com um salário muito defasado com relaçãos outros! Como podemos aceitar um sistema q privilegia uns e outros não? Os direitos tem q c iguais. O Sisepe tem q ter a competencia de negociar de forma q fique bom pra todos e principalmente p qm ingressou com servidor no ultimo concurso q n recebeu progressões vertical e os futuros servidores!
  • Zé Alguem | 05/02/2012 | 08:57
    ... E qd chegar sua vez o governo resolver não pagar. Roberta é muito facil quem tá de fora opnar, só quem tem direito de receber e não recebe sabe, é resoltante! A melhor forma de resolver isso seria garantir q quem nunk recebeu progressões receba pelo menos 2 nos índices atuais e depois baixem os índices gradativamente, pois é muito injusto com quem não recebeu ainda! Exercer a mesma função dos outros e receber metade do salário é muito complicado!! Quem n recebeu prog. ainda tem q receter 22%
  • Zé Alguem | 05/02/2012 | 08:48
    É muito bom se falar em limite de prudência, de não comprometer os recursos do estado com relação as progressões. 260 milhões p pró-saúde, dobrar o salário dos secretários, promover PM todo dia a ponto de praticamente não existir soldados no estado isso não compromete nada! É injusto Roberta Tum, o servidor passar 3 anos em estágio probatório e esperar mais 3 anos para poder ter direito a uma progressão vertical, que outros servidores já receberam 2, 3 vezes com índicas de 22% de aumentos...
  • Luiz Damasceno | 05/02/2012 | 08:26
    Já entendí. Precisa sobrar dinheiro para o pro-saúde.Aí sim, tá tudo certo.

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