Às vésperas do início do mês de agosto, e com a campanha proporcional nas ruas, cada grupo político, dividido basicamente em duas coligações, luta nas ruas em busca dos votos para fazer os seus deputados federais. A tendência, pelo que se ouve, é que a disputa equilibrada na majoritária, se reflita num placar final de quatro eleitos em cada coligação para as oito vagas disponíveis na Câmara Federal.
Num resultado também possível, o grupo que fizer maior número de votos pode emplacar cinco federais contra três do grupo adversário. Sem correr o risco de fazer previsões antecipadas de eleitos, vale a pena observar as movimentações, detectando os que estão melhor posicionados em cada grupo.
Gomes e Coimbra podem liderar
Pelo que tenho ouvido em cada grupo, de um lado o deputado federal Eduardo Gomes (PSDB) disputa a liderança de votos dentro do seu grupo. Se fizer quatro federais, a TLS caminha para fazer Gomes, que tem mandato, prefeitos e estrutura própria de campanha e mais três. Governistas garantem no entanto que vão fazer cinco por ter candidatos com maior densidade eleitoral. Vejamos as contas.
O DEM com a crise anunciada do suplente de deputado Júnior Marzola dentro do partido trabalha para fazer dois. A se ouvir líderes importantes do partido, as coisas caminham para que Irajá Silvestre e a Professora Dorinha disputem como favoritos, com uma vaga garantida, e outra no campo das probabilidades.
Já o grupo do PR faria um deputado. Na briga por esta vaga estão a deputada federal Nilmar Ruiz e o ex-deputado e ex-prefeito Otoniel Andrade (PR). Lembrando ainda que o empresário Tom Lira disputa com sede de vencer.
Moisés e Reis são icógnitas
No grupo governista a expectativa é grande em torno do presidente da Assembléia Júnior Coimbra. Ninguém dúvida de que ele fará sua vaga. A maior incógnita é quanto aos dois deputados federais peemedebistas cujas posições mudaram, ou oscilaram: Moisés Avelino – que não vai ao palanque majoritário de ninguém, e Osvaldo Reis.
Além destes, destacam-se Lázaro Botelho e Laurez Moreira, que são deputados e têm suas estruturas próprias. Ninguém pode esquecer ou menosprezar também Ângelo Agnolim, que faz campanha dinâmica ou César Hallum. É muita gente boa, e pouca vaga. Disputa para ninguém se acomodar e achar que já ganhou.
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