A causa do princípio de incêndio na Câmara Municipal de Palmas na manhã desta quinta-feira, 11, foi um curto circuito nos cabos do ar condicionado central da Casa localizado na parte superior do teto da sede, segundo informações do Corpo de Bombeiros.
De acordo o responsável pela perícia realizada na Casa, Tenente Rafael, o problema que se iniciou no ar condicionado refletiu no quadro de distribuição que acabou pegando fogo após uma pequena explosão.
“O que aconteceu foi que o sistema de proteção de curtos não foi acionado o que ocasionou o estouro. Uma equipe da Celtins também foi ao local para realizar uma verificação e descobriu que a chave do transformador que possui três entradas, estava com uma desligada, o que também pode ter contribuído para o ocorrido”, explicou o Tenente.
A sugestão do Corpo de Bombeiros é que a Câmara contrate uma equipe especializada para descobrir quais foram os danos sofridos à fiação, para só assim trabalhar para o restabelecimento da energia elétrica.
Segundo o militar se o fogo não tivesse sido contido no início, como aconteceu, haveria grandes possibilidades de propagação e um incêndio poderia ter ocorrido. “Podemos dizer que aparentemente, já que não fizemos uma verificação mais profunda, que se não o fogo não tivesse sido apagado de imediato as consequências teriam sido mais graves”, esclarece.
O Tenente ainda informou que o certificado de vistoria da Casa estava vencido, ou seja, em caso de incêndio o sistema de mangueiras instalado no local não iria funcionar e com se houvesse aumento do fogo apenas o caminhão do Corpo de Bombeiros poderia conter uma maior destruição. O militar explicou também que a vistoria para conceder a verificação é feita anualmente e a que a Câmara está com atraso na documentação e, portanto, vai receber uma notificação.
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