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Minha Opinião

Segunda-feira, 16 de janeiro de 2012, 07h42m

A Saúde e seus problemas que permanecem desafiando o governo a encontrar soluções

Aquela pesquisa Ibope do final do ano, encomendada pela Acipa, e que trouxe a posição dos principais pré-candidatos diante do eleitorado palmense, trouxe também um quadro de insatisfações, por tema, do morador da capital. Bastante significativo, o número dos que apontaram a Saúde como o maior problema - 60% dos entrevistados - indica uma insatisfação que reflete o quanto o cidadão se sente desassistido nesta área, dever dos governos estadual e municipal.
Roberta Tum 
Sherlyton Ribeiro População ainda se sente desassistida na área da Saúde
População ainda se sente desassistida na área da Saúde

O cidadão de Palmas não está se sentindo bem atendido com o aparato de que dispõe, nas duas esferas de competência, municipal e estadual, para atendê-lo na sua demanda por serviços de saúde.

O fato está explicitado de todas as maneiras que se observar. Desde as manifestações públicas da população ou de classes envolvidas no atendimento ao público, às constantes pautas que abastecem veículos de comunicação do Estado, até a pesquisa recente de opinião, que mediu também outros aspectos da vida do cidadão além da conotação eleitoral, passando por outdoors nas ruas protestando contra procedimentos precários que levam pessoas à morte.

Conversando neste final de semana um antigo morador de Palmas, que já foi assessor de político, funcionário público, daqueles que faz a mediação entre resolver problemas de gente que vem do interior doente e precisa de vaga em hospital, ouvi dele um “diagnóstico” do novo momento da saúde no Estado com a terceirização, sob o comando da Pró-Saúde. “O que mais tem naquele HGP hoje é diretor vindo de fora que não conhece a nossa realidade. E que não sabe tratar as pessoas”. Em síntese na opinião dele, falta humanizar o atendimento.

Um ano depois, sensação de fragilidade na Saúde não melhorou

A verdade é que o modelo adotado pelo governo ainda desagrada gregos e troianos e não encontra defensores nem nas hostes governistas. Se por um lado os relatórios divulgados vão informando que metas foram alcançadas sob o ponto de vista de procedimentos, de outro a sensação que vai nas ruas é de que a saúde não melhorou.

Mais do que isto, se no campo do serviço público as melhorias implementadas (reformas físicas e novos programas) não foram suficientes para diminuir a sensação de fragilidade da população quanto ao atendimento que recebe, na outra ponta, o plano de saúde que mais atende na capital, a Unimed, teve uma queda na qualidade do serviço oferecido com a redução de profissionais em seus quadros e sucateamento do atendimento prestado no SAU. Alí todo dia tem um problema. É uma fonte inesgotável de pautas e confusões.

Então, o débito do setor público com a Saúde (incluindo o plano que atende os servidores) não pode ser jogado na conta apenas de um governo ou de outro. O município de Palmas, onde Samuel Bonilha vem comandando políticas de prevenção, abriu mão de estruturar o atendimento de pronto socorro, atribuição sua. Os hospitais prometidos por Raul Filho em campanha nunca saíram do discurso para ganhar as ruas. Central de consultas por telefone é outra promessa que nunca se tornou realidade.

E se as coisas não vão bem em nenhuma instância de governo, a consequência é que neste começo de janeiro, em que o Estado opera mudanças na Sesau, com a troca de secretário e mantém o modelo de terceirização tão criticado, a saúde permanece o calcanhar de Aquiles que era no último ano do governo do PMDB. E a população não está satisfeita.

Impasse com os reservas é outro problema

Semana passada, a divergência em torno da chamada do cadastro reserva, trouxe mais um problema para o governo administrar. De um lado, a defensoria pública obteve a prorrogação do prazo de validade do concurso, para manter o direito dos reservas de serem convocados. Do outro, o governo vetou a chamada. E o governador argumentou que a nota de corte dos candidatos do cadastro desqualificaria os classificados a assumirem. Sob perna de gerar risco à população. Mais lenha na fogueira da polêmica que envolve o assunto.

É que sem a obrigação do concurso, a Pró-Saúde segue contratando quem quer, ou avalia que serve para funções que o concurso da Saúde já havia testado. Candidatos classificados, a princípio, estão mais aptos do que qualquer um que se alista para um contrato temporário, sem passar por qualquer teste.

Por tudo isto e muito mais, este janeiro que renova esperanças e oportunidade de fazer melhor e diferente, volta a trazer a Saúde para a pauta do governo. É um tema complexo, onde não existem soluções fáceis. Por isto mesmo a correção de rumos se faz necessária, urgente e sempre,contínua.

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33 Comentário(s)

  • ZML | 19/01/2012 | 11:34
    Cara Roberta, hoje estamos passando por um governo de retalhação na SAÚDE, EDUCAÇÂO, ADMINISTRAÇÂO, saude hoje não existe vc tem que se humilhar nos hospitais para ser atendido em uma consulta de 05 (cinco )minutos, educação fragilizada com os casos de nepotismo dentro das escolas como e o caso de FORTALEZA DO TABOCÂO, e por final as estradas do ESTADO estão em pessimas condições como por exemplo TO-431 onde os fazendeiros e que estão realisando reparos nas estradas por conta propria
  • Laura dos Anjos | 18/01/2012 | 13:32
    Perfeito o comentário de Elias Mendes Carvalho.
  • IN TOCANTINS | 18/01/2012 | 08:51
    Elias, faço das suas palavras as minhas. Parabens!!!!!
  • Tais francisca | 17/01/2012 | 20:45
    Pior viu colega la no HGP,tem mais cacique que funcionario, todo lugar q vc anda tem um direto te espionando,Governador mostra que vc gosta do estado que vc criou e chama o quadro reserva que ta ai,sendo que tem vaga para todos vc sabe que a pro-saude contratou mais que os q foram mandado embora e ainda ta contratando,se falar no tamto de extra que os tecnico estao fazendo para cobrir escala.
  • NEUTON LUIZ RAMOS DE MELO | 17/01/2012 | 18:17
    Analisando tudo o que se fala sobre a saúde no Tocantins, tem um fator que merece ser resaltado: Se estivesse tão ruim assim, com certeza não tínhamos tanta procura pelos nossos vizinhos do Pará e Maranhão. Em um ponto acho que o Estado do Tocantins e os outros Estados, deveriam ser compensados pelos atendimentos prestados à população que não fosse do seu Estado.Se o orçamento é feito com base na população, aí fica difícil o dinheiro dar para atender a população local.
  • Gilvan Nolêto | 17/01/2012 | 16:56
    Palmas jamais teve um secretário de saúde melhor que SAmuel Bonilha, Roberta! È pena que um secretário tem poder de decisão limitada, mas que ele é competente, ah, isso é. É o que salva a administração de alguns equívocos. Mas é so o nome dele ser ventilado para disputas eleitorais, pra ter início a lista de defeitos.
  • Francisco | 17/01/2012 | 16:55
    Governador, chame o cadastro de reservas em nome de Jesus!
  • vera albuquerque | 17/01/2012 | 15:46
    Senhor GOVERNADOR votei no senhor na esperança de mudanças,entendo que a saude é problema em todo Brasil, mais aqui o problema é o neopotismo, GOVERNADOR TE IMPLORO TIRA ESTE JÚNIOR DAQUI DA SESAU NINGUEM SUPORTA ELE AQUI É MUITA HUMILHAÇÃO, O SENHOR PROMETEU UM GOVERNO DIFERENTE ENTÃO COMECE CUMPRINDO A LEI DO NEOPOTISMO, exoneraram pessoas muito competente que trabalhavam mesmo por uma saúde melhor, e colocam pessoas despreparadas mas são intimos do secretario, aí orgão nenhum anda assim.
  • João de Deus | 17/01/2012 | 15:01
    ELIAS MENDES CARVALHO | 16/01/2012 | 21:16, brilhante comentário!
  • Mauricio Reis | 17/01/2012 | 14:17
    Este modelo de gestão da saúde foi implementado aqui e não deu certo. O Estado tem que retomar seu papel e cuidar da coisa pública. A ProSaude foi empurrada a força pela arbitrariedade de SC, não esta dando certo, mas os repasses estão sendo sendo feitos. Cadê o MP desde estado, ou vamos esperar a PF igual ao cado do tribunal de justiça?
  • Laura dos Anjos | 17/01/2012 | 10:05
    Gostaria de saber o que vai bem neste governo? Saúde? Educação? Segurança? Como sempre falo, as pessoas votaram no Siqueirido, mas quem governa é o velho de sempre, aquele que conhecemos bem. Não tenho nada contra o Governador Siqueira Campos, pelo contrário, acho que ele foi fundamental, mas seu tempo passou, vamos deixar outras pessoas governarem, até mesmo porque corre a boca miúda que o Governador está caducando, dai quem governa é o Secretário Eduardo Siqueira Campos.
  • Gilvan Nolêto | 17/01/2012 | 09:47
    Médicos existem aos montes. As mordomias é que ainda não estão à altura dos anseios deles. É claro que existem exceções. Mas uma boa parte só quer saber da conta bancária. Que tal acabar com o juramento de HipóCritas?
  • Rosemira Siqueira de Miranda | 17/01/2012 | 08:25
    Fazendo uma conta rápida, sabemos que o montante destinado a saúde, JUNTANDO TUDO, para o ano gira em torno de 1 bilhão e 285 milhões...Daria mais ou menos 120 reais por mês para cada cidadão tocantinense gastar, isso msm, eu e você! É MOLE OU QUER MAIS? A saúde do TO é ou não é uma verdadeira GALINHA DOS OVOS DE OURO?
  • Rosemira Siqueira de Miranda | 17/01/2012 | 08:20
    Continuo..vamos aos números...dividam o valor dos recursos destinados a Saúde do Estado (incluindo aí as pomposas verbas federais) por cada habitante deste Estado, e você cairá para trás! A coisa é simples, é - robalheira + proporção + planejamento = QUALIDADE, nem precisa muita conversa fiada. Não precisa de gente tão qualificada para ser assistente administrativo, ainda mais ganhando 800 reais e sim lá nos cargões, que são todos contratados por indicação política.É SÓ DAR O TROCO NAS URNAS!
  • Maria Cristina dos Santos | 16/01/2012 | 23:28
    Só o overno ver melhora com essa PRÓ SAÚDE....Os servidores estão todos amedrontados, aflitos...Querem colocar a culpa nos CAOS q se encontra a saúde nos servidores...Éssa PRÓ SAÚDE fala em meta alcançada, mas na prática a população ainda não sentiu nenhuma melhora...Mais um tiro no pé desse governo q eu votei e estou morta arrependida...Ah, se o tempo voltasse!
  • ELIAS MENDES CARVALHO | 16/01/2012 | 21:16
    Cara Roberta. Não entendo porque tantas cobranças ao Gov. Siqueira Campos. Ele não prometeu nada. Quem prometeu melhoria substancial na saude, garantia dos direitos dos servidores pú blicos, redução na taxa de energia eletrica, construção de 18 hospitais, médico na porta dos pacientes, foi o SIQUEIRIDO. Esse tal SIQUEIRIDO, filho de Duda Mendonça, morreu no dia das eleições, e na falta de um substituto, o velho Siqueira assumiu o Governo, mantendo o seu estilo "EU SOU A LEI, QUERO, POSSO, FAÇO".
  • Josenilson | 16/01/2012 | 18:33
    RT, a saúde do TO "vai de mau a pior", porém daqui a alguns meses tudo vai começar novamente. Tem vereador já contrário a expansão do plano diretor, propostas de novos hospitais, resolver os problemas de transporte coletivo... serão muitas promessas para pouca ação... mais é assim mesmo, tem o período do buraco, da manga, de pescar, esse ano é o grande ano DOS POLÍTICOS BATEREM NA CASAS DOS "BESTAS" DOS ELEITORES EM BUSCA DO VOTO...KKKK É ISSO EM 2012 ANO DO VOTO. vamos separar o joio do trigo.
  • João Paulo | 16/01/2012 | 18:25
    ...governo que moraliza... era só o que faltava. Com relação a algumas promessas (hospitais, por exemplo) de campanha, preparem-se para argumentos como: num mandato não é possível fazer tanto... votem em mim novamente que "eu faço". Como alguém diz sempre por aqui, esse é o DESGOVERNO do Tocantins. Acorda povo Tocantinense.
  • TOMAZ DE AQUINO | 16/01/2012 | 16:36
    Roberta, a saúde definida pela a Constituição Federal é um direito subjetivo público, exigível do estado, o qual deve atuar tanto de forma preventiva como reparativa ou curativa, sendo que a atuação preventiva se destaca com mais privilégio, partindo desse pressuposto de que a saúde é dever do estado, portanto, é ele que precipuamente deve desenvolver as ações e os serviços inerente a saúde, não esquecendo também que essas atividades podem ser executados por terceiros em nome do estado, bem como por pessoas físicas ou jurídicas de direito privado.
  • josé honório justus | 16/01/2012 | 16:25
    Se quem logrou êxito num concurso publico embora com notas pífias. Não teria capacidade para assumir o cargo publico? Então, muito menos os contratados, a maioria incapaz de passar nalguma prova de conhecimentos gerais. Oriundos de apadrinhamento político, pois vivem no serviço publico governo após governo e nunca conseguem se efetivar através de um concurso.
  • Vinicius Albernaz | 16/01/2012 | 14:55
    Novamente faço um apelo pelo posicionamento do SINTRAS - Sindicato dos Trabalhadores em Saúde no Estado do TO, o que eles estão fazendo a respeito desse assunto? Lançar uma nota no site não é nada nesse momento. Liguei para o Sindicato e os mesmos estão viajando e não tem respostas. É preciso pressionar o Governo, mobilizar os sindicalizados para uma grande ação em relação a essa injustiça e afronta que estes Gestores estão fazendo. Assembleia Já! Quem sabe faz a hora, não espera acontecer...
  • ROBERTO SAMPAIO ALVES | 16/01/2012 | 14:14
    Minha cara Roberta, quando fiz aquele artigo, falando sobre a terceirização dos serviços de saúde, defendi que o problema da Saúde não era o Sistema , mas sim a má gestão, e continuo acreditando nisso, a quase um ano, nada mudou, porque a melhoria da qualidade da saúde, não está nos indicados do Pró Saúde, tem sim, que ser verdadeiramente sentida pelos usuários. A sensação que eu tenho é até que piorou, a oferta de especialidades diminui muito e a demanda continua crescendo sem atendimento.
  • Camaleao do Sul | 16/01/2012 | 13:37
    Já é tempo de o governo cumprir suas promessas de campanha como : A redução nas tarifas de energia cobradas em nosso Estado, a população ainda aguarda os sete Hospitais de grande porte e os onze de medio/pequeno porte, os programas de prevenção Medicos na porta . Tá dificil se estes poucos que temos nao deram conta de administrar imaginem com mais 18 hospitais . ´Teremos que ter muitos Pro saúde a disposiçao do governo .
  • Rosemira Siqueira de Miranda | 16/01/2012 | 11:38
    Apesar do problema, em relação a outros estados, nossa demanda é relativamente pequena e não justifica de forma alguma, o que "se gasta" anualmente no estado com Saúde, continuando essa precariedade. Sempre falta alguma coisa. Roberta, faça uma análise do montante de $$ destiando à saude com relação a outros estados de mesmo ou maior população. Faça e verá que aqui não falta dinheiro. Aliás, é tanto dinheiro q é preciso uma pro-saúde para "administrá-lo" não é mesmo?
  • ivanilda do Nascimento Curcino | 16/01/2012 | 10:53
    Quando se fala em acesso a departamentos públicos de imediato já se pensa nos problemas a enfrentar. Quando não é falta de uma vaga é a má formação de profissionais. enquanto ao governador, ele tem por obrigação realizar uma gestão democrática, onde todos os políticos façam sua parte para atender as necessidade da comunidade do Estado, mas não pode deixar de falar da culpa do cidadão eleitor, que nunca procuramos saber quem realmente colocamos no comando do Tocantins. Reflita sobre suas ações...
  • João Batista Barbosa | 16/01/2012 | 10:47
    O que está acontecendo é que dinheiro vem, dinheiro vai. Imposto em tudo que o cidadão faz, arrecadação em crescimento, atendimento em baixa, e ainda pensam que privatizar é a solução, só se for para os ricos. O que precisa é serviço público de qualidade, bem fiscalizado e que o homem, não sinta vergonha de ser honesto.
  • Helena Palazzo | 16/01/2012 | 10:33
    Vi o que o governo do Tocantins está fazendo, no caso específico da Saúde: quer moralizar e dar o justo conceito dos que podem, por estarem aptos(!), servir à saúde pública. Li os comentários nos diversos blogs e fiquei espantada com o nível de "arrazoamento", e concluí que os contrários à medida do governo, estão, ainda, subjugados aos que colocaram o Tocantins em dificuldade pela pífia prestação de serviços. Está certo o governo que moraliza isso. Parabéns pela medida que é séria, e que infelizmente não agrada a gregos e a troianos.
  • beline | 16/01/2012 | 10:20
    gostaria de saber, a 1a gestao da pró saude foi ou nao positiva.
  • Sebastião Gomes | 16/01/2012 | 09:40
    A população de Araguaína continua aguardando o novo Hospital, o HGA. Um ano já se passou, tempo suficiente para arrumar a casa. Essa sua promessa de campanha foi fundamental para a sua vitória apertada. Estamos cobrando a construção do nosso HGA. Se não sair nesse ano político não sairá nunca. Estamos de olho.
  • Adriano Berger | 16/01/2012 | 09:33
    O problema é simples, Roberta, e chama-se remuneração. Assim como ótimos médicos não querem filiar-se aos planos de saúde privado mais tradicionais devido ao baixo repasse por consulta, os mesmos não querem servir ao estado (não apenas este estado, mas em todos) devido o baixo valor remunerado. Veja que no Brasil a fora há edital de contratação para a rede pública, mas não acham profissionais que se submetam a essa rotina de altíssima responsabilidade para ganhar tão pouco...
  • Paulo Pereira | 16/01/2012 | 09:26
    O que precisa ocorrer è o que o SEMUS de Palmas tem feito, trabalhar a promoção e prevenção, o que aliás è atribuição do município, prometer hospitais en campanha è coisa para candidadtos ao governo. Saúde e educação básica tem que ser oferecido pelos municípios, ficando a cargo dos governos estaduais as outras de maior complexidade, talvez por isso, não conseguimos sair do atoleiro.
  • Camaleao do Sul | 16/01/2012 | 08:18
    Como seria bom se os problemas estivessem somente na área da saúde,Lembramo-nos que a segurança está um caos o faz de conta que temos segurança está ai enquanto a violência cresce o que de imediato reflete na saúde , pois os frutos das violencia vao para nos PS .Enfim o Estado vive em um caos
  • João de Deus | 16/01/2012 | 08:14
    Roberta, me desculpe a sinceridade, mas está um CAOS este DESGOVERNO. Sem bom senso, clareza e sem critério nenhum. Pq eles então não usaram o mesmo critério com a educação? Será que é por conta do contrato milhonário com a saúde? Absurdo este decreto.

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