Agenda Cultural - Roberta Tum

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Agenda Cultural

  • Terça-feira, 22 de maio de 2012, 08h33m
    Música

    Núbia Dourado lança novo trabalho em junho: "Finos Versos e Canções" faz uma mistura com vários ritmos da música brasileira

    O novo trabalho de Núbia Dourado vai ser lançado em junho. Intitulado "Finos Versos e Canções", o álbum traz composições da própria artista com uma proposta de misturar os ritmos amazônicos com os mais variados ritmos da música brasileira. Segundo informou Núbia, o seu trabalho serve como divulgação da cultura e das belezas tocantinenses.
    Por Fábio Coêlho
    Fábio Bardella Cantora Núbia Dourado
    Cantora Núbia Dourado

    A cantora Tocantinense Núbia Dourado vai lançar o seu novo trabalho, o álbum “Finos Versos e Canções”, com composições próprias, no mês de junho. Em visita ao Site Roberta Tum, a cantora informou que o trabalho, que está em fase de finalização, vem com composições próprias e com um estilo diferenciado. “Estamos trabalhando um ritmo mais dançante e o diferencial vem com a mistura”, destacou.

    Segundo Núbia, a ideia do novo álbum, que é fruto do apoio do governo estadual através do edital de cultura, é trabalhar a fusão dos ritmos amazônicos com a música popular brasileira, o jazz, a bossa nova e o samba.

    Projeto DVD

    Ganhadora do Prêmio Banco da Amazônia, Núbia já prepara também a gravação do seu DVD que deve ser gravado em Palmas com a coprodução de Braguinha Barroso. Núbia informou ainda que o seu novo trabalho conta com a produção de Marcelo Mariano.

    Divulgando cultura e trabalho do Tocantins

    Na oportunidade, a cantora destacou que tem levado a música tocantinense para o eixo Rio-São Paulo. “Percebo a importância de através da música, divulgar o nosso Estado, a nossa cultura”, informou ao destacar que a fotos do seu novo trabalho vão ser feitas no Jalapão, também com o intuito de divulgar o Tocantins.

    Divulgando o trabalho

    Na sexta-feira, 25, a cantora vai se apresentar, no aperitivo sonoro a partir das 19 horas, no Tênis Sesc em Palmas, com músicas do seu último trabalho, “Por sua causa”.

    Segundo Núbia, o álbum “Por sua causa” teve uma grande parceria com o Sesc através do projeto Aldeia Jiquitaia que tem o objetivo de promover e mapear produtos culturais de cada região proporcionando ainda uma conexão entre eles.

    Núbia informou ainda que uma prévia do “Finos versos e Canções”, vai ser apresentado no Sesi Vila Leopoldina em São Paulo e destacou que os interessados em saber sua agenda de shows e conhecer um pouco mais sobre a trajetória desta artista tocantinense, basta acessar o seu site.

  • Terça-feira, 22 de maio de 2012, 08h35m
    Estado

    Cia Jovins e Tals realizam semana de teatro em escolas: espetáculo promete muita música e arte

    Será apresentado nas escolas CEM Santa Rita de Cássia, CEM de Taquaralto e Escola Vale do Sol, depois segue para centro e região norte, um musical em que o enredo passa em uma escola tradicional. O projeto apoiado pela Secretaria de Cultura do Tocantins por meio dos editais de Apoio a Gravação de CD, e Circulação de Espetáculos Teatrais, e ainda Banco da Amazônia via edital de patrocínio a produção de arte, a Cia. O espetáculo inicia nesta segunda-feira, 21.
    Por Redação
    Divulgação Musical jovem será apresentado nas escolas de Palmas
    Musical jovem será apresentado nas escolas de Palmas

    Um musical em que o enredo se passa em uma escola tradicional onde as metas, números e posição no ranking da qualidade do ensino são colocadas antes da preparação dos estudantes sem preocupação em incentivar a participação dos alunos, para que estes aprendem e multipliquem seus conhecimentos e se formem de forma gradual e completa, será apresentado a partir de segunda-feira ,21, nas escolas da região sul de Palmas, entre estas: CEM. Santa Rita de Cássia, CEM. de Taquaralto e Escola Vale do Sol, depois segue para centro e região norte, respectivamente.

    Como meio de criticar o sistema que oprime e cobra dos educados sem perceber o que o aluno tem a ensinar e desenvolver seu aprendizado por meio da arte, seis jovens artistas alunos desta escola ficticia mudam essa realidade por meio da musica, teatro e dança.

    O projeto apoiado pela Secretaria de Cultura do Tocantins por meio dos editais de Apoio a Gravação de CD, e Circulação de Espetáculos Teatrais, e ainda Banco da Amazônia via edital de patrocínio a produção de arte, a Cia. Jovins e Tals realiza a partir da semana que vem faz uma verdadeira maratona de apresentações nas escolas da rede publica de ensino e de acordo com o diretor da Cia. Thomas Batista, a peça irá beneficiar várias escolas da rede estadual de ensino onde os alunos terão a oportunidade de assistir gratuitamente o trabalho feito pelo grupo de Palmas que há mais de dois anos vem ensaiando a peça.O trabalho irá ainda percorrer as cidades de: Miracema, Miranorte, Cristalândia e Brejinho de Nazaré. O grupo que é formado por Aramys Rocha, Ana Caroline Alves, Renata Alves, Karol Peixoto, Paulo Junior e Jairo Alves e surgiu no ano de 2010 com o apoio do Banco da Amazônia por meio do edital de incentivo a cultura que permitiu a seleção de jovens talentos para a gravação do 1º CD de musicas inéditas. A peça “Jovins e Tals” nasce em um contexto que leva a discussão a cerca da vida dos jovens tanto no ambiente escolar, familiar e no convívio social. Na peça sonhos são encenados de forma que o publico se encontre em situações vividas pelos atores que compuseram todas as dez canções inéditas que são cantadas ao vivo. (Assessoria)

  • Segunda-feira, 21 de maio de 2012, 08h13m
    Estado

    Lamira Cia de Dança prepara espetáculo Fela da Gaita: evento acontece no Teatro Sesc Palmas

    O Teatro Sesc Palmas apresenta o espetáculo de dança Fela da Gaita com estréia para o dia 15 de junho. Os integrantes da Lamira Cia de Dança estão cumprindo uma rígida rotina de ensaios, preparação física, produção de cenário, iluminação e figurino. O espetáculo apresenta uma poética elaborada em torno do universo do Romanceiro Popular do Nordeste brasileiro.
    Por Redação
    Ciranda Visual Lamira Cia de Dança prepara espetáculo Fela da Gaita
    Lamira Cia de Dança prepara espetáculo Fela da Gaita

    Os integrantes da Lamira Cia de Dança estão cumprindo uma rígida rotina de ensaios, preparação física, produção de cenário, iluminação e figurino: se trata da montagem de Fela da Gaita, um espetáculo de Dança, com estreia marcada de 15 a 17 de junho, no Teatro Sesc Palmas.

    Fela da Gaita venceu o edital Cultural do Banco da Amazônia – 2012 e alcançou a primeira colocação estadual no Prêmio Arnaud Rodrigues - 2011. O espetáculo apresenta uma poética elaborada em torno do universo do Romanceiro Popular do Nordeste brasileiro, nas figuras do poeta cantador, do coquista, do aboiador, do glosador, do cordelista, do mamulengueiro, além da influência dessa cultura na formação de diversas “culturas brasileiras”.

    A diretora geral do espetáculo, Carolina Galgane, explica que “a proposta é fazer uma releitura que relaciona o universo do Romanceiro Popular, com o universo urbano e globalizado da atualidade. Nosso intuito é produzir uma nova experiência estética para o nosso público”.

    A Lamira Cia de Dança utiliza, no processo de montagem de Fela da Gaita, pesquisas sobre a commedia dell"arte, o uso de máscaras na construção de personagens e a movimentação articular existente na manipulação de títeres (marionetes). Mais informações no site. (Ascom)

  • quarta-feira, 16 de maio de 2012, 11h43m
    Teatro

    Comédia "O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas" chega a Capital: peça pode ser conferida no Sesc

    "O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas" da trupe Ensaia Aqui e Acolá de Pernambuco vai estar no Teatro Sesc. A comédia começa às 20h e os ingressos variam de R$ 2,50 para comerciários a R$ 10,00 para usuários.
    Por Redação
    web Peça vai estar em cartaz no Sesc
    Peça vai estar em cartaz no Sesc

    Nesta quinta o Teatro SESC Palmas recebe o espetáculo “O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas” da trupe Ensaia Aqui e Acolá de Pernambuco. Este será o primeiro espetáculo da 15ª edição do Palco Giratório aqui no Estado. A comédia começa às 20h e os ingressos variam de R$ 2,50 para comerciários a R$ 10,00 para usuários.

     A peça é inspirada no folhetim de Carneiro Vilela, A emparedada da Rua Nova, que dá conta da história de uma moça que teria sido segundo diz a lenda, emparedada viva pelo próprio pai depois que este descobrira sua gravidez escondida, na Recife do final do século XIX. Na versão teatral da Trupe Ensaia Aqui e Acolá os elementos que renderiam um melodrama de circo ganham delicioso contorno paródico, através do contraste entre um gênero sério e seu tratamento em chave cômica. Referências à cultura pop dão o sabor desta comédia que resgata o conto do imaginário popular para fazê-lo reviver de maneira crítica e bem humorada. O Amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas recebeu o Prêmio Myriam Muniz (2008), os prêmios de Melhor Espetáculo pela crítica e pelo público, concedidos pelo 17º Janeiro de Grandes Espetáculos (2011). Integrou ainda a programação de importantes festivais de teatro do país – Festival Recife do Teatro Nacional, Cena Contemporânea de B rasília, Porto Alegre em Cena, Festival Internacional de Artes Cênicas, em Caxias do Sul, dentre outros.

     Palco Giratório

    Criado pelo SESC em 1998, começou a sua 15ª edição em Fortaleza (CE) no dia 31 de março. A Cia Mario Nascimento, de Minas Gerais, iniciou o circuito com o espetáculo de dança Escapada. Após essa estreia, os grupos que compõem o projeto seguirão para várias capitais e cidades do interior, passando por teatros, centros culturais e praças públicas até o mês de dezembro. Em 2012, o Palco circulará por 122 cidades, com 23 espetáculos. Ao todo, serão 700 apresentações, de estilos como comédia; drama; musical; teatro gestual, infantil, épico, de animação, de máscaras dança de rua e contemporânea.

     No Brasil, esse é o único circuito de artes cênicas de grande porte que percorre todos os estados do país. Já passaram pelo Palco Giratório mais de 170 grupos teatrais, que realizaram aproximadamente 5 mil apresentações, alcançando 2,5 milhões de espectadores. (Ascom)

     

  • Sábado, 12 de maio de 2012, 10h15m
    Literatura

    Fotógrafo Edu Simões lança livro Amazônia

    Paisagens e retratos surpreendentes e enigmáticos compõem trabalho do artista, em preto e branco, apresentado pelo Ministério da Cultura, editado pela Terra Virgem Editora e com patrocínio da Natura.
    Por Redação
    Divulgação O livro Amazônia propõe um caminho fotográfico a ser percorrido
    O livro Amazônia propõe um caminho fotográfico a ser percorrido

    Foram cinco expedições para a Amazônia realizadas em 2011, com uma câmera tradicional Hasselblad, de formato quadrado, e 474 filmes preto e branco. “Queria fazer um trabalho que não fosse jornalístico, documental, realista, mas uma viagem pessoal que surgisse exclusivamente da vivência direta com a região amazônica e com as pessoas que se encontram lá”, conta o fotógrafo Edu Simões. “Conheci a região nos anos 80 e estive lá muitas vezes. Sabia que um dia teria de voltar para mostrar a Amazônia que me fascina e me impressiona: a floresta, as águas, as pessoas”.

    O resultado destas expedições é o livro Amazônia, da Terra Virgem Editora, com lançamento em 3 de maio, no Espaço Conceito Natura, em São Paulo.

    A Natura é patrocinadora da obra. “Buscamos conhecer a Amazônia e seus povos. Iniciamos esse contato há mais de dez anos, estabelecendo relações com comunidades fornecedoras de ativos da biodiversidade. Ao longo desse tempo, aprendemos com elas sobre os elementos e os desafios da floresta. Hoje queremos aprofundar esse vínculo”, afirma Rodolfo Guttilla , diretor de assuntos corporativos da Natura.

    “Na sua jornada fotográfica Edu Simões transforma cenas cotidianas em imagens surpreendentes, às vezes enigmáticas. O livro é uma construção densa que espelha essa relação íntima que o fotógrafo soube estabelecer ao longo de um ano de imersões na floresta.

    As paisagens e os personagens exalam algo onírico: este é um traço singular, silencioso e subjetivo da linguagem visual de Edu Simões" afirma o editor Roberto Linsker.

     

    O livro Amazônia propõe um caminho fotográfico a ser percorrido pelo leitor: a câmera começa em paisagens abertas, com muito céu e água; depois aproxima-se dos peixes, dos portos, das cidades e seus habitantes. A partir daí, surge a mata, com árvores e troncos gigantescos, florestas inundadas e igapós, e os retratos de quem vive dessa riqueza – os catadores de caranguejos, o vigia e o carregador o imenso peixe Pirarucu, os castanheiros do Iratapuru.

    Para Marcelo Macca, que assina o texto de abertura, o livro “não estampa araras, índios, garimpos ou estradas precárias comidas pelas florestas. São imagens sóbrias, às vezes sombrias, de uma Amazônia menos exótica, menos épica (...). Em sua emocionante sequência final, Amazônia nos lembra que a floresta é um cenário vivo. Que inspira, expira, transpira. Quem sabe até suspire”.

    Entre as fotografias que retratam o interior das casas de habitantes, há o quarto de Chico Mendes, símbolo da luta pela preservação do Seringal Cachoeira. Em Vitória do Jari, uma cidade quase inteira construída sobre palafitas, destaca-se o retrato de um garoto boiando em águas paradas. Na Praia de Outeiro, próximo a Belém, um rapaz fuma seu cigarro com metade de seu corpo coberto pelas águas do rio.

    As imagens não são nada óbvias, nem mesmo quando se trata do clássico encontro das águas do rio Negro com o Solimões. “Estava sobrevoando a região com um monomotor e achei um jeito de fazer uma imagem gráfica”, explica Simões.

    Para alcançar os lugares de difícil acesso apresentados no livro, Edu Simões utilizou diversos tipos de transporte, alguns pouco convencionais, como a rabeta, na qual chegou a passar mais de nove horas; voou de monomotor sobre o Arquipélago de Anavilhanas, composto por 400 ilhas; passou dez dias embarcado no Taba, percorrendo os rios Negro e Solimões. “Para chegar ao castanhal do rio Iratapuru, viajamos dois dias inteiros, dormindo uma noite no meio do percurso. Atravessamos cinco cachoeiras, sendo que uma embarcação virou e a outra, quase”, conta o fotógrafo. "Uma vez lá, ficamos acampados outros 10 dias na beira do rio".

    O livro traz um mapa ilustrativo que mostra o trajeto percorrido por Edu Simões, incluindo localidades nos estados do Amazonas, como São Gabriel da Cachoeira, Novo Airão, Carauari, comunidades do Médio Juruá; no Acre, onde visitou Xapuri, Mancio Lima; no Pará, em que esteve em São Caetano de Odivelas, Bragança, Ilha de Algodoal e Ilha do Marajó (Soure); no Amapá, passando por Vitória do Jarí, Xapuri e comunidade do Iratapuru; Roraima e Rondônia. Fotografou nos Parques Nacionais da Serra do Divisor, Médio Juruá, Arquipélago de Anavilhanas, Monte Roraima, Parque Estadual do Iratapuru, Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Mamiraua, Comunidade do Iratapuru.

    Sobre Edu Simões

    Edu Simões (São Paulo, 1956) iniciou sua carreira como fotojornalista, em 1976. Três anos mais tarde tornou-se um dos membros fundadores da agência F4, na qual permaneceu até 1982, ano em que passou a integrar a equipe da revista IstoÉ como editor-assistente de fotografia. Em 1988, começou a trabalhar como autônomo e foi editor de fotografia da revista Goodyear, na qual esteve até 1992. Após este período, deu início à série de ensaios fotográficos dos Cadernos de literatura brasileira, do Instituto Moreira Salles, em 1996. No ano seguinte, tornou-se editor de fotografia das revistas Bravo e República. Seu trabalho Gastronomia para um dia de trabalho duro foi exibido em 2011 no FotoRio e na Maison Européenne de la Photographie, em Paris. Foi contemplado com o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos, em 1980, o Prêmio Aberje de Fotografia, em 1989, e o Prêmio Abril de Ensaio Fotográfico, em 1995. Suas obras integram os acervos da Coleção Pirelli/Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), da Pinacoteca do Estado de São Paulo e da Maison Européenne de la Photographie.

    Sobre a Natura - A Natura é a maior fabricante brasileira de cosméticos e produtos de higiene e beleza e líder no setor de venda direta no Brasil, com uma receita anual superior a R$ 5,5 bilhões. Sediada em Cajamar, São Paulo, a companhia conta com quase 7 mil colaboradores, que atuam nas operações do Brasil, Argentina, Chile, México, Peru, Colômbia e França.

    O desenvolvimento sustentável orienta a maneira de a empresa fazer negócios desde sua fundação em 1969. A paixão pelas relações fez a companhia adotar a venda direta como modelo de negócios e atualmente reune mais de 1,421 milhão de consultoras, sendo 1,175 milhão no Brasil e cerca de 246 mil no exterior, que disseminam a proposta de valor da empresa aos consumidores.

    Para a Natura, inovação é um dos pilares para o alcance deste desenvolvimento sustentável. No ano passado, destinou R$ 146,6 milhões e lançou 164 itens, atingindo um índice de inovação, percentual da receita proveniente de produtos lançados nos últimos 2 anos, de 64,8%.

    Sobre a Terra Virgem Editora - Especializada em Brasil e em fotografia, a Terra Virgem Editora valoriza em suas publicações o imenso patrimônio natural e cultural do país. São livros que reúnem conteúdos precisos e linguagem simples com ênfase na informação visual. Entre os títulos da editora destacam-se a série Fotógrafos Viajantes, a série Brasil Aventura, um grande sucesso editorial, com 6 volumes e mais de 50 mil livros vendidos; a coleção Tempos do Brasil sobre a história natural e a ocupação humana das paisagens mais fascinantes do país, além de diversos livros autorais de fotógrafos como Pedro Martinelli, Fausto Chermont, Roberto Setton, Klaus Mitteldorf e Ricardo Teles, entre outros. (Ascom)

  • Sexta-feira, 11 de maio de 2012, 08h08m
    Estado

    A comédia "Um conto chinês" estréia no Cine Cultura

    Um Conto Chinês, filme que atraiu mais de um milhão de espectadores na Argentina, chega a Palmas, com estreia no Cine Cultura nesta sexta-feira, 11. O longa do diretor Sebastian Borensztein conta a divertida história de um argentino e um chinês que não falam o mesmo idioma e por acaso encontram-se pelas ruas da Argentina unidos por uma vaca que caiu do céu.
    Por Redação

    Depois de atrair mais de um milhão de espectadores na Argentina, a comédia “Um Conto Chinês” chega a Palmas, com estreia no Cine Cultura nesta sexta-feira, 11, com sessão às 19 horas. O longa do diretor Sebastian Borensztein conta a divertida história de um argentino e um chinês que não falam o mesmo idioma e por acaso encontram-se pelas ruas da Argentina unidos por uma vaca que caiu do céu.

     O cinema popular de Palmas funciona de quarta a domingo e está localizado no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. O valor da entrada custa R$ 8,00 e R$ 4,00, para estudante, sendo que às quintas-feiras há a promoção “5ª popular” em que todos pagam meia (R$ 4,00). Mais informações no telefone 2111-2405.

     Pausa para Mostra

     Após a estreia, Um Conto Chinês permanece em cartaz até domingo, 13, em seguida, do dia 16 a 20, a Fundação Cultural de Palmas (FCP), em parceria com a Cinemateca da embaixada da França e do Instituto Français, realiza a I Mostra de Cinema Alternativo de Palmas com a apresentação de produções francesas a preço popular de R$ 4,00. Um Conto Chinês volta a ser exibido no dia 23.

     Sinopse do filme “Um Conto Chinês”

     Roberto é um veterano da Guerra das Malvinas que vive recluso em sua casa há vinte anos e coleciona manias. Mas esta história é também de Jun, um chinês que apareceu na vida de Roberto depois de ser roubado e arremessado de um taxi em Buenos Aires. Roberto não fala chinês e Jun não fala espanhol. Roberto procura o isolamento e Jun, um tio, seu único parente vivo. Apesar das diferenças e dificuldades Roberto e Jun descobrirão o real motivo deste encontro inusitado: uma vaca que caiu do céu. (com informações do site cinema.uol.com.br).

  • Terça-feira, 08 de maio de 2012, 20h43m
    Estado

    Assembleia Legislativa recebe Exposição Arte em Buriti pela primeira vez: exibição acontece até o proximo dia 25

    A exposição "Arte em Buriti" vai permanecer no hall de entrada da Assembléia até o próximo dia 25. Neste período, os visitantes vão poder conhecer mais uma atividade econômica extraída dos buritis que tem gerado emprego e renda para os artistas, além de doces, cestas e bolsas, amplamente conhecidos. O trabalho é do artesão Daniel Soares que utiliza exclusivamente palhas e troncos de pés de buriti para confeccionar suas peças.
    Por Redação
    Divulgação Assembleia Legislativa recebe o trabalho do artesão Daniel Soares
    Assembleia Legislativa recebe o trabalho do artesão Daniel Soares

    A Assembleia Legislativa recebe o trabalho do artesão Daniel Soares que utiliza exclusivamente palhas e troncos de pés de buriti para confeccionar suas peças. A exposição “Arte em Buriti” vai permanecer no hall de entrada desta Casa de Leis até o próximo dia 25. Neste período, os visitantes vão poder conhecer mais uma atividade econômica extraída dos buritis que tem gerado emprego e renda para os artistas, além de doces, cestas e bolsas, amplamente conhecidos.

    O artesão informou que nenhum produto final é igual a outro. As mesas, cadeiras, mandalas e painéis apresentam alterações em seu formato, o que garante exclusividade para quem adquire as peças. Ainda de acordo com Daniel, seus produtos são totalmente ecológicos. Ele reaproveita o tronco e fibra do buriti seco no local de origem, geralmente retirado na região do Jalapão. “Não derrubamos e nem utilizamos árvores com vida para desenvolver nosso trabalho”, afirmou.

    A exposição “Arte em Buriti” estava disponível para o público nas dependências da Justiça Federal, em Palmas. Esta é a primeira vez que a Assembleia Legislativa recebe os trabalhos do artista. É mais um espaço disponível na Capital, cedido gratuitamente aos artistas que desejam expor seus produtos aos visitantes da sede do Poder Legislativo do Tocantins.

    (Assessoria)

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